sábado, 11 de dezembro de 2010 | 3 comentários | By: BestOfFutebol

Porto vs Juv. de Évora 4-0

O pano levanta-se e entra em cena uma nova personagem. Ávida por reconhecimento, determinada a impressionar. Chama-se Rodríguez, James Rodríguez, e tem sido uma espécie de pedra preciosa manobrada com o mais redobrado dos cuidados. Percebe-se. O investimento foi pesado e o retorno é imperativo. No F.C. Porto vs Juv. Évora estreou-se a titular, participou em dois golos dos dragões e exibiu um manancial técnico digno de louvores

James saiu da redoma que o vem envolvendo e o público gostou. Gostou de o ver acariciar a bola com o pé esquerdo, a driblar em velocidade sempre com o pé esquerdo e a rematar uma e outra vez de pé esquerdo. Gostou, enfim, daquele pé esquerdo.

Mas o jogo foi mais do que James Rodríguez, naturalmente. Foi, acima de tudo, uma prova mais do carácter nobre do dragão. Sério, respeitador, competitivo, o líder da Liga dilacerou o sonho alentejano logo aos dez minutos e partiu para uma cerimónia cordial mas inacessível ao visitante.

Não perca amanha um artigo que vai criar muita Azia... (Mensagens Manada Parte_3)

Radamel Falcao abriu as contas; João Moutinho marcou pela primeira vez de dragão ao peito; Alvaro Pereira sublinhou o regresso após lesão com a autoria do 3-0 e Walter encostou sem dificuldades para o quarto da noite.

O segundo golo do F.C. Porto ¿ pese embora a posição duvidosa de Guarín ¿ é uma ode ao futebol. Tudo ao primeiro toque, tudo envolvente, tudo em movimento até à finalização de João Moutinho. Um pedaço de arte no Dragão, um lampejo de futebol total a entreter os mais de 25 mil espectadores.

1ª Parte:

Tudo o restante foi previsível. Principalmente pela postura seríssima do F.C. Porto e pelo nervosismo latente do Juventude. Num ritmo regular, cheio de bons momentos, os dragões deram por duas vezes razão a Villas-Boas.

Primeiro ao assinar por baixo o tratado de psicologia motivacional do técnico e depois a provarem que as armas eram, de facto, desiguais. Quando assim é, o argumento desenrola-se pardacento, obediente, sem grandes desvios ao rumo traçado em todas as previsões.


Apesar da colocação de Kieszek, Sereno e James na equipa inicial, André Villas-Boas não facilitou um milímetro. Manteve seis das suas unidades de maior confiança, somou-lhes outras desejosas de mostrar serviço e o antídoto funcionou em pleno.

Não é a mesma coisa, de resto, lançar nestes jogos 11 atletas sem ritmo ou apostar nesta mistura equilibrada. Villas-Boas prefere assim e os factos dão-lhe razão. O técnico cria um ambiente cómodo aos que menos vezes jogam e dá um sinal de exigência competitiva aos habituais titulares.

2ª Parte:


13 anos depois do último Porto-Juventude, não houve Mário Jardel nem uma goleada histórica. Falcao não fez dez golos, conforme pediu o brasileiro, mas a tradição jamais esteve ameaçada.

Texto: maisfutebol

Villas-Boas:
«O James Rodriguez, tal como o Cristián Rodriguez, o Mariano, o Ukra e o próprio Hulk, competem para uma posição muito competitiva, para a qual existem várias soluções. A verdade é que o James trabalhou sempre no topo durante os treinos. Ele sabe que eu não abdico dele, quero-o cá. Esta noite mostrou-se a um nível muito alto, embora na parte final estivesse exausto, criou futebol, desequilibrou em duas posições e penso que fez uma boa exibição, também potenciada pelos outros.



Se estou contente pelo regresso de Alvaro Pereira? O F.C. Porto tem na sua organização laterais com características mais ofensivas e outros com características mais posicionais. O Alvaro Pereira sempre foi um homem mais atrevido, joga mais arrojado no ataque, enquanto o Emídio Rafael joga mais a partir do bom posicionamento defensivo. São laterais diferentes e que trazem cada um coisas boas à equipa. O Alvaro Pereira recuperou da lesão, mostrou-se em alto nível e fez uma excelente segunda parte.»


Miguel Ângelo:
«Era difícil fazer mais do que isto. Somos uma equipa praticamente amadora, que na última semana jogou domingo, quarta-feira e hoje sábado. Para quem treina quatro vezes por semana seria muito difícil fazer melhor. Não metemos autocarro em frente à baliza, de quando em vez tentámos jogar futebol e conseguimos, faltou-nos talvez um bocadinho de profundidade ofensiva, mas isso também se deve à qualidade do Porto.



Já houve equipas maiores que saíram daqui com um resultado mais pesado do que nós. O treinador do Villas-Boas respeitou muito um clube com 92 anos de existência e meteu os famosos todos cá do sítio. Era bom que acontecesse isto uma vez por mês. Os jogadores puderam conviver com craques, fomos procurados pela imprensa, enfim, desfrutámos de tudo isto e foi um prazer. Pisar um palco destes não é para todos.»

João Moutinho:
«Espero que este seja o primeiro de muitos golos meus no F.C. Porto. Não sei se foi o mais fácil da minha carreira. A verdade é que a jogada foi fantástica e eu só tive de encostar. Tenho, por isso, de agradecer aos meus colegas. Fizemos uma boa exibição, frente a uma equipa que veio defender, tentámos impor um ritmo alto e o resultado é justo.»



James Rodriguez:
«Foi um bom jogo, só faltou o [meu] golo, mas já chega. É muito importante ter a confiança do treinador e há que continuar a trabalhar diariamente, desfrutar e mostrar o valor dentro de campo. Quero sempre jogar.»



Sereno:
«Tornámos o jogo fácil. A minha maior dificuldade foi o ritmo. Não tenho nesta altura fio de jogo, mas é um prazer estar neste clube e tenho de aproveitar todas as oportunidades. O F.C. Porto é um grande clube e quero afirmar-me aqui.»




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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010 | 5 comentários | By: BestOfFutebol

Antevisão: Porto vs Juventude Evora


O treinador André Villas-Boas alertou esta sexta-feira para a “imprevisibilidade” dos “jogos mágicos” da Taça de Portugal de futebol e disse querer um FC Porto “alerta” frente ao Juventude de Évora.

Villas-Boas espera, a exemplo do que aconteceu nas rondas anteriores com o Limianos e Moreirense, um Juventude de Évora “motivado” por jogar contra o FC Porto, ainda por cima “no ambiente do Dragão”.

“Queremos acreditar que nos vamos mostrar motivados para o jogo e recordo aqui uma frase de Vicente del Bosque acerca do Portugal-Espanha (4-0), em que disse que o campeão do mundo não tinha encontrado motivação”, disse.

O treinador reconhece “discrepâncias” enormes entre ambos os conjuntos, mas afasta a ideia de que será um jogo fácil. “Todos esperavam que o FC Porto ia a Moreira de Cónegos passear e teve que se aplicar a fundo”.

“Queremos seguir em frente na competição”, referiu Villas-Boas, que pretende reduzir o factor imprevisibilidade e jogar com a motivação no topo, para evitar erros que se possam pagar caro.

Villas-Boas referiu que irá promover a “gestão da equipa”, mas que irá apresentar um onze “competitivo, dado que todos os jogadores dão a máxima garantia. A equipa está pronta e com várias opções”.





James, que regressa aos eleitos juntamente com Maicon e Álvaro Pereira, é um dos jogadores menos utilizados do FC Porto que irá ter a sua oportunidade no sábado frente à Juventude de Évora.

O treinador dos “dragões” recordou ainda o “alívio” sentido na repetição falhada da grande penalidade do Vitória de Setúbal e admitiu que, “após uma primeira parte excelente, a segunda foi muito mal conseguida”.

Villas-Boas defendeu que, frente ao “bem organizado” Vitória de Setúbal, também “não foi tudo negativo” e recordou que “o FC Porto vai continuar a ter dificuldades em alguns jogos e nem todos serão goleadas e grandes espectáculos”.

O treinador considerou ainda que parte da intranquilidade da equipa frente ao Vitória de Setúbal, principalmente na segunda parte, passava através do público: “Não ajuda e cria ansiedade e dificuldade”.




Abordando ainda a actuação de Elmano Santos no jogo com os sadinos, que terminou com o triunfo dos “dragões” por 1-0, Villas-Boas considerou que o árbitro esteve bem nas duas grandes penalidades e confessou não ter ouvido o apito.

Em causa está a grande penalidade mandada repetir por Elmano Santos, no final da partida, por alegadamente Jailson ter rematado sem o árbitro ter apitado. Depois de ter marcado à primeira, Jailson falhou à segunda.

André Villas-Boas admitiu ter brilhado frente ao Setúbal, onde estava em jogo manter a distancia para os perseguidores. “Estrelinha de campeão. Queremos acreditar que foi isso que aconteceu”, ironizou.

Outra polémica, comentada por Villas-Boas, foi uma alegada declaração do sadino Colin segundo a qual Falcao lhe terá confidenciado que não havia grande penalidade no lance que deu o golo ao FC Porto.

“Isso é um disparate. Uma oportunidade para o Colin brilhar com uma mentira”, disse André Villas-Boas.

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Oasis numa "era" de Promessas

Pois é numa era em que todos prometem tudo, e que usam as promessas fáceis para tentarem reanimar os mais moribundos e para lhes dar esperanças falsas, existe um oásis no Futebol Português, que de uma forma consistente nos tem habituado a ganhar e principalmente a trabalhar mais do que promete, esse oásis chama-se FC Porto

É com muito agrado que escrevo este texto, porque mais uma vez falo do que gosto, de factos! Entendo que adeptos de clubes como o FCP não precisam estar a discutir nem a chatearem-se a falar de opiniões, porque temos nos últimos 30 anos, a maioria dos factos do nosso lado.

Assim como outros tiveram durante longos períodos de tempo o domínio desses mesmos factos. O problema é que muitas dessas pessoas parecem que ainda não acordaram para a vida e pensam que ainda vivem nessa época.

Essa época há muito que tem vindo a ser alterada pelas cores azuis e brancas do FC Porto, e mais uma vez esta época, dominam em todos os sectores de relevo...

É incrível podermos constatar que um clube de bairro, com um treinador inexperiente que não passava de um clone na boca da maioria dos comentadores, com jogadores podres, com dirigentes que já tinham passado da idade e que deveriam ter abandonado o Futebol enquanto ganhavam, esta a dominar as estatísticas em Portugal e na Europa.

O FC Porto é actualmente a única equipa dos 20 maiores campeonatos profissionais da Europa que esta invicta, e penso que este ano ninguém poderá dizer que isso, se explica por causa do campeonato português ser mais fraco, e digo isto por dois motivos, 1º Porque dos vinte campeonatos, existem muitos que são considerados mais fracos que o Português e 2º Porque "mora" em Portugal um dos clubes mais fortes da Europa, com os jogadores mais pretendidos e com um treinador que é melhor que o Mourinho e que no Futebol é considerado como Catedrático.

É também a defesa menos batida da Europa, mais um facto de relevo, quando temos no nosso campeonato um clube com um ataque mortífero, dos mais temidos da Europa, e que coloca em sentido qualquer equipa Europeia, constituído pelo "grande" Saviola e pelo completo ponta de lança Cardoso (o homem dos penaltis)

Trabalho, Rigor, Humildade, Espírito Colectivo, Mentalidade Vencedora são alguns dos muitos atributos que estão na base do sucesso desta equipa de Villas Boas, que recordo é o mais novo e "inexperiente" treinador da historia do FC Porto.



Se o Porto na Europa domina em alguns sectores, internamente domina em todos os sectores de maior relevo do Futebol.

Melhor Ataque com uma média de 2.2 golos por jogo...
Melhor Defesa com média de 0.4 golos sofridos por jogo...

E estas duas estatísticas tem um valor muito mais significativo, se nos recordarmos que existe em Portugal uma equipa que como disse em cima tem um ataque demolidor e principalmente é conhecida por marcar em todos os Jogos... Lembram-se disso?
Pois é, todos essas afirmações só servem para valorizar ainda mais este FC Porto que realmente deve estar mesmo em grande forma, para conseguir destronar uma equipa dessas...

Se juntarmos todas as frentes em que o FC Porto está inserido esta época, já lá vão 24 jogos oficiais sem perder. E não quero deixar passar este facto sem realçar dois intervenientes, um é o Hulk, que no ano passado fizeram-lhe o pior e mais baixo que se pode fazer a um jogador, que é tirarem-lhe o sonho de jogar um Mundial... E relembrar que desde que o Hulk recomeçou a jogar o Porto nunca mais perder em jogos oficiais, já lá vão mais que 33 jogos...

A outra pessoa que quero relembrar aqui é o Professor Jesualdo, quem me conhece sabe que sempre o admirei, porque esteve no Porto na altura mais difícil do clube e sempre deu o peito às balas, quase sempre sozinho, porque mais ninguém podia falar, e foi ele que sempre defendeu o Porto.
E depois relembra que só um GRANDE treinador conseguia depois dos objectivos serem praticamente impossíveis de atingir, fazer os ultimos 9 jogos consecutivos
do campeonato a ganhar, ainda para mais quase sempre por mais de 3 golos de diferença.
Num ano, em que mais do que o castigo do Hulk, o Porto não teve por 27 vezes, e nas alturas mais importantes, os seus melhores activos presentes e disponíveis para ajudar a equipa e o seu treinador...



E quero recordar que foi assim que se fez, apenas na ULTIMA jornada, o Grande Campeao Benfica, a equipa furacão, aquela que todos temiam e que apenas o Barcelona era melhor... Aquela que mesmo sendo isso tudo e muito mais, precisou da ultima jornada para poder colocar as faixas de Campeão.

Outra estatística interessante, é que o Porto é a equipa com mais remates do campeonato Português 191 totalizados em 13 jogos.

Se formos agora para as estatísticas individuais o Porto domina também nos itens mais importantes:

Melhor Marcador: Hulk
Rei das Assistências: Hulk
Mais Rematador: Hulk
Melhor jogador em Setembro: Hulk
Melhor Jogador em Outubro: Hulk
Melhor Jogador em Novembro: Hulk

Mais uma vez o FC Porto é dono e senhor daquilo que por muito que alguns queiram tentar desvalorizar, usando Mensagens Manada como as arbitragens, não o irão conseguir, porque contra os números e contra os Factos, não existem idiotas com ideias, e muito menos com opiniões validas...

Um Grande Abraço a Todos

Texto: R.A (BestOfFutebol)

P.S: E não quis trazer para este artigos as finanças e os resultados económicos dos clubes, porque aí também seria uma goleada em tons de Azul e Branco

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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010 | 0 comentários | By: BestOfFutebol

Shakhtar vs Braga: 2-0

A realidade não vive do encanto do sonho, mas também tem alguma piada. Terminou a epopeia bracarense na Liga dos Campeões, com uma derrota em Donetsk (2-0), num jogo muito equilibrado e decidido nos pormenores. Domingos quis ganhar o jogo, impulsionado pelas notícias que chegavam de Londres, mas acabou por destapar o caminho para a baliza e o Shakhtar aproveitou.


A toada morna imperou durante os primeiros 45 minutos. O Sp. Braga conseguiu uma boa entrada em jogo, pressionando e longe de mostrar algum receio pelo ambiente criado pelos adeptos ucranianos. Cada toque na bola dos portugueses era sublinhado com um coro de assobios. Os homens de Domingos Paciência ligaram o piloto automático, ignoraram o «inferno de Donetsk» e puseram em prática um esquema que manietou o rival. Faltou acerto na hora de sair para a frente.

Sem lances de golo de parte a parte, o jogo arrastou-se num enrolado táctico que parecia não agradar aos minhotos. É que o Arsenal já vencia o Partizan. Ao Sp. Braga pedia-se a mais hercúlea das tarefas: marcar quatro golos em 45 minutos.

No segundo tempo o ritmo não mudou, mas as notícias de Londres fizeram aquecer os corações portugueses. O Partizan fazia o que poucos esperavam: empatava o jogo com o Arsenal. Cléo, antigo avançado do Olivais e Moscavide, aumentou os nervos dos minhotos. O sonho estava tão perto e, ao mesmo tempo, tão longe.

1ª Parte:

Na teoria, faltava um golo. Na prática, faltava muito mais. O Sp. Braga continuava a segurar bem o caudal ofensivo do rival, mas não tinha argumentos na frente. Domingos percebeu isso e fez a substituição que mudou o jogo. Tirou Alan, meteu Lima, o herói de Sevilha, buscando uma nova noite de glória. Só tinha de ser assim.

O técnico sabia os riscos que corria, pois Alan cobria bem as subidas de Rat, mas com o apuramento tão perto, errado era não arriscar. Acabou por correr mal. O defesa esquerdo do Shakhtar marcou o primeiro, num bom remate de fora da área e assistiu Luiz Adriano para o segundo. Antes disso, já o Arsenal tinha feito o 2-1 em Londres. Esfumava-se o sonho do Sp. Braga. Durou 21 minutos, entre os golos de Cléo e Walcott no Emirates e o de Rat, no Donbass Arena.

O Sp. Braga sai de cabeça erguida da Liga dos Campeões e entra na Liga Europa pelo portão da glória. Com 9 pontos conquistados, os minhotos acabam por ser o melhor terceiro classificado da Liga milionária, garantindo o estatuto de cabeça de série na prova. Fez mais pontos que o Milan, por exemplo, que, com 8, seguiu para os oitavos-de-final.

2ª Parte:



O sonho do Sp. Braga que nasceu em Glasgow, alimentou-se em Sevilha e sobreviveu até à última ronda na fase de grupos parecia ter pilhas eternas. Durou, durou e durou...até que já não havia mais nada a fazer.

Texto: maisfutebol

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terça-feira, 7 de dezembro de 2010 | 6 comentários | By: BestOfFutebol

Benfica vs Schalke: 1-2


O Benfica assegurou a presença na Liga Europa, mas sem ponta de brilhantismo. Derrotada em casa pelo Schalke (1-2), a equipa portuguesa esteve mesmo alguns minutos afastada das provas da UEFA. O apuramento para a segunda prova europeia de clubes acabou por ser garantida bem longe da Luz, em França, com o Lyon a empatar com o Hapoel (2-2).

Com algumas opções falhadas e sem qualquer chama, o Benfica desperdiçou os primeiros 45 minutos, e quando tentou recuperar do susto já o seu destino estava entregue a outras mãos. A Liga Europa foi assegurada, mas o campeão português tem muito a mudar, sobretudo a este nível (UEFA).

A tentar conservar a classificação, nesta última jornada, Benfica e Schalke dispensavam bem a realização deste encontro, mas esta vontade comum foi mais evidente do lado português, sobretudo na etapa inicial. Com o Schalke a fixar a primeira barreira defensiva na zona do meio-campo, as «águias» sentiram muitas dificuldades para chegar ao ataque. A estratégia alemã, que entregava a construção de jogo a Luisão, David Luiz e Javi García, contou também com a ajuda de Jorge Jesus. Ao juntar Carlos Martins, Rúben Amorim e César Peixoto (muito assobiado), o técnico encarnado retirou capacidade criativa à sua zona intermediária.



O Schalke jogava sobretudo no erro do adversário, e assim conseguiu chegar ao golo, ao minuto 20. Rakitic cruzou da esquerda e uma brilhante assistência de Raúl, com o peito, ofereceu o golo a Jurado.

Saviola bem procurou recuar no terreno, chegando a aparecer ao lado de Carlos Martins, para ter mais bola, mas ao Benfica faltava muito mais. Consciente dos erros que tinha cometido originalmente, Jorge Jesus fez uma dupla substituição ao intervalo: Aimar e Gaitán renderam Maxi e Peixoto.

1ª Parte:


O Schalke começou por assustar, com um remate perigoso de Kluge (55m), mas o Benfica esteve depois perto do empate. Javi García (65m) e Aimar (75m) falharam o alvo por pouco, mas só Cardozo obrigou Neuer a uma defesa apertada (66m).

Pareciam estar reunidas condições para preparar o «assalto final» ao empate, que seria pouco entusiasmante, mas ainda assim suficiente para garantir a Liga Europa. Só que uma falha defensiva, a nove minutos do fim, deitou tudo a perder. A defesa benfiquista subiu em bloco, na sequência de um canto cobrado para a entrada da área, e Höwedes apareceu sozinho na área, a fazer o segundo golo alemão.

2ª Parte:


Luisão ainda reduziu a desvantagem, a três minutos do fim, com David Luiz a atirar ao poste no período de descontos (de livre directo), mas foi graças ao Lyon que o Benfica segurou a Liga Europa. Poucos ou nenhuns motivos para sorrir, na Luz.

Jorge Jesus:
«A prioridade era ganhar e sermos apurados com nove pontos. Este jogo era importante ganharmos, nunca jogámos com outra intenção. Não fizemos uma boa primeira parte, mas fizemos uma segunda parte muito melhor. Melhorámos com as entradas do Nico [Gaitán] e do Aimar, também houve mais espaços e ficou mais fácil. Pelos que fizemos, não merecíamos perder este jogo. O Schalke tem uma boa equipa. Ficámos apurado porque o Hapoel empatou, mas nunca quis saber do resultado do Hapoel. O futebol é isto mesmo, uns ganham e outros perdem. Acabamos por ser beneficiados por outros e vamos para a Liga Europa».

[Porque é que este Benfica não joga como o ano passado?]
«Não podemos fazer comparações. O Benfica estava a jogar na Champions, com as melhores equipas dos campeonatos onde estão inseridas. Na segunda parte a equipa já foi dinâmica, teve oportunidades de golo, tivemos mais remates do que Schalke. Este Benfica da segunda parte já esteve mais próximo daquele que foi nos últimos dois jogos com o Beira-Mar e Olhanense. Os jogadores são os mesmos, o treinador é o mesmo. Os treinadores não tem nada a ver com o balneário, isso é estar a especular».





[Com esta mudança para uma nova competição, o Benfica vai ao mercado em Janeiro?]
«As janelas abertas de Janeiro proporcionam isso a todos os clubes. O Benfica, como todas as equipas, podem estar atentas ao mercado, mas não é prioridade. Estamos contentes com o plantel que temos. Aquilo que neste momento me interessa é que a confiança mude com os jogadores que cá estão».

Rui Costa:

«O facto de nem sempre falarem comigo é porque quando a equipa está bem não preciso de vir dizer que está bem. Na condição de representante do Benfica quero assumir o falhanço na Liga dos Campeões e pedir aos adeptos para não abandonarem a equipa. O campeonato continua a ser um objectivo», defendeu o director desportivo dos encarnados, no final do jogo com o Schalke 04.




«Continuamos em quatro provas, compreendo a desilusão dos adeptos neste momento, é algo respeitado pelo grupo, mas gostaria de dizer mas ainda não chegámos a meio da época e ninguém vai baixar os braços. Peço aos adeptos que não é o momento de deitar a toalha ao chão. Temos muito ainda para jogar e ninguém vai pensar que a época está acabada», argumentou, ainda.



Texto: maisfutebol

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Benfica Sempre - 1º Edição


O meu nome é Pedro Pereira, sou adepto do Benfica e estou aqui para mostrar que o BestOfFutebol, é um blogue multi-clubístico, onde todas as opiniões contam, onde a discussão existe, independentemente da cor do clube. Todas as semanas estarei aqui para falar do nosso Benfica e de todos os acontecimentos decorridos durante a semana.

Antes de falar no que me trás aqui hoje, gostava de dizer a todos que este é um desafio que para mim é novo, nunca antes tinha escrito artigo algum, por isso se me falhar alguma coisa, espero que entendam... Mas penso que o mais importante é falarmos e expormos o que pensamos e o que sentimos de determinado assunto e é isso que vou tentar fazer com esta cronica semanal.
Terei disponível brevemente um email para todos os Benfiquistas que quiserem enviar-me ideias e assuntos para serem tratados nesta cronica semanal.

Nesta jornada, o Benfica recebeu e bateu o Olhanense por duas bolas a zero, num jogo que foi marcado por o regresso ao estádio da luz de um jogador, que, para muitos, poucas saudades deixou, mas que foi decisivo nesta partida, falo claro está do regresso do guarda-redes Moretto, uma pérola, um jogador que fez o Presidente Vieira deslocar se ao Brasil para acertar a sua contratação, tais eram os colossos europeus interessados no craque (é sempre assim), o resto da história já toda a gente conhece, insultos e chapadas no aeroporto e está feita a festa, depois foi frango atrás de frango até ser varrido de um clube que tanto empenho mostrou na sua contratação.

Mas, nesta inóspita sexta-feira, Moretto revelou-se decisivo, não por ter efectuado uma grande exibição, mas por uma prenda que Cardozo e todos nós Benfiquistas agradecemos, mais um tesourinho deste nosso craque, tendo Saviola fechado o placar já na etapa final do desafio.



Além desta agradável prenda, este jogo foi o espelho do que tem sido a parca caminhada do Benfica esta época, um jogo pouco inspirado, com Aimar e Gaitan muito longe do que já fizeram por estas bandas e Coentrão muito apagado, sendo Ruben Amorim, mais uma alternativa que uma solução, enfim sem grande brilhantismo o Benfica lá conseguiu uma importante vitória que serviu para consolidar o segundo lugar no campeonato.

Seria algo injusto deixar de referir a boa exibição de Roberto, que tem vindo a surpreender todos aqueles que o criticaram (com alguma razão) no inicio desta temporada, o espanhol tem começado a justificar o grande investimento que foi feito na sua contratação, outra boa exibição foi-nos oferecida por David Luís, que foi decisivo nas manobras defensivas do clube da Luz.

E para quem pensava que Jesus iria cortar relações com a imprensa, depois de um flash interview algo intempestivo em Aveiro, eis que ele surpreende tudo e todos ao dar uma entrevista sem que tenha que sair a meio, por esta ou aquela pergunta mais incomodativa.

Outra das coisas que vou fazer semanalmente é falar-vos de um jogador que tenha passado pelo Benfica.

Hoje vou relembrar aqui, uma figura incontornável que marcou o Benfica da década de 90, estou a falar de João Vieira Pinto, chamado também por muitos O Menino D'Oiro, que com a sua grande qualidade futebolística foi o ídolo de uma geração, encantando tudo e todos com a bola no pé, ultrapassando um e outro adversário sempre com os olhos postos na baliza, levando como muitos diziam “o Benfica ás costas”.



Carreira:
2007/08 - Sp. Braga - 9 Jogos / 1 Golo
2006/07 - Sp. Braga - 24 Jogos / 2 Golos
2005/06 - Boavista - 31 Jogos / 9 Golos
2004/05 - Boavista - 26 Jogos / 2 Golos
2003/04 - Sporting - 26 Jogos / 5 Golos
2002/03 - Sporting - 25 Jogos / 8 Golos
2001/02 - Sporting - 33 Jogos / 9 Golos
2000/01 - Sporting - 31 Jogos / 6 Golos
1999/00 - S.L.Benfica - 29 Jogos / 3 Golos
1998/99 - S.L.Benfica - 28 Jogos / 4 Golos
1997/98 - S.L.Benfica - 25 Jogos / 6 Golos
1996/97 - S.L.Benfica - 28 Jogos / 6 Golos
1995/96 - S.L.Benfica - 31 Jogos / 18 Golos
1994/95 - S.L.Benfica - 24 Jogos / 4 Golos
1993/94 - S.L.Benfica - 34 Jogos / 14 Golos
1992/93 - S.L.Benfica - 21 Jogos / 7 Golos
1991/92 - Boavista - 34 Jogos / 8 Golos
1990/91 - At. Madrileño - ? Jogos / ? Golos
1989/90 - Boavista - 11 Jogos / 3 Golos
1988/89 - Boavista - 6 Jogos / 0 Golos

João Pinto passeou classe durante oito anos no velhinho relvado da antiga luz, tendo sido contratado ao Boavista em 1992 por cerca de 500.000 contos sob a alçada do então presidente Jorge Brito.

Quem não se recorda do célebre 3-6 a 14 de Maio de 1994 em pleno estádio de Alvalade onde o génio fez um Hat-Trick que desbaratou por completo a equipa leonina recheada de futuras estrelas Figo, Paulo Sousa, Balakov, num jogo de boa memória para todos os benfiquistas, mas, passado apenas cinco anos foi essa mesma equipa leonina, que o recebeu de braços abertos no outro lado da 2ª Circular, depois de ter sido dispensado na negra época de Vale e Azevedo por um clube a quem tanto deu, enfim …ironias do destino.

Espero por os vossos comentários... Para a semana haverá mais :)
Um bem haja a todos...

Texto: Pedro Pereira

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Dias Seguintes há muitos... 6º Episódio

O Moralista

Mais um episódio desta novela, que já não ia para o ar algumas semanas.
Têm sido muitos os pedidos para novos episódios, mas nem sempre existe matéria necessária para o fazermos, mas esta semana podemos tirar a barriga de misérias ehehe

Este episódio bem que podia ser inserido no artigo da Manada, tal é a necessidade que esse Tonecas tem em colocar a qualquer preço o Benfica bem visto...

Principalmente numa parte que não deu para a transcrever toda, em que estava a levar uma grande "tareia" toda ela baseada em factos, e por isso ele estava calado e logo que pode, veio com aquela parte das estatísticas onde o Porto nos anos 90 não existia :) É para Rir muito ehehehe

Depois por fim vem com a historia do Rui Costa, por favor... Este clube e os seus representantes são mesmo ridículos... Quer dizer ainda foi divulgar mais o assunto?



Para quem não sabe o Rui Costa separou-se da mulher, algumas revistas dizem que foi por causa de uma antiga namorada. Que entretanto há uns dias atrás recebeu em casa um ramo de flores trazido por dois homens, as flores eram apenas um motivo para ela abrir a porta, porque depois colocaram-na dentro de casa e espancaram-na ate ficar em coma. O mais intrigante é que apenas lhe roubaram os dois telemóveis...

O que se especula, e a PJ esta a investigar, é que pelos vistos pode ter sido a Mulher de Rui Costa a mandataria de tal acontecimento, os telemóveis seriam para poder confirmar o romance entre os dois...





Agora o mais engraçado, das declarações do Tonecas, é quando diz que no futebol, não deveria valer tudo... Estes tipos, ou são Burros ou pensam que os outros estão a dormir... Então já se esqueceram o que aconteceu com o livro "Eu Carolina" para quem leu o livro, deve-se lembrar, que a maioria do conteúdo do livro não é sobre corrupção no futebol, como muitos queriam fazer passar, mas sim sobre a vida intima de duas pessoas...

E se bem se lembram, foi "patrocinado" por Luís Filipe Vieira, que chegou a usar os seguranças do Benfica para protegerem essa prostituta, não desculpem, queria dizer escritora... Ora se o Benfica apoiou o lançamento de um livro que apenas serviu para tentar "mexer" na vida pessoal de uma pessoa, onde está a moral para o seu vice dizer o que diz? Então aqui já valia tudo?

Pois é... Doí...? Não Doí...? Mas questiono-me se este acontecimento na vida do Rui Costa, terá sido por culpa do Pinto da Costa? Será que foi o Pinto da costa que mandou espancar a "pobre" rapariga?

Ou será que a Mulher do Rui Costa depois dos últimos anos em que o marido tem estado ligado ou clube dos gangsters, apreendeu com lidar com as adversidades...?
Talvez tenha ido pedir ajuda aquele segurança que em pleno aeroporto e perante dois policias, deu 2 grandes chapadas no amigo do Moretto, ou então ao outro segurança que ameaçou o jornalista da TVI, ou a tantos outros seguranças que têm trazido o terror para tantas pessoas que se atrevem a ir contra o TODO PODEROSO Benfica, o clube da Verdade Desportiva, dos Moralismos e das Vitimas... Mas que no fim das contas é o único que passa impune a tudo e mais alguma coisa...

Texto e Vídeo: R.A(BestOfFutebol)

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010 | 3 comentários | By: BestOfFutebol

Porto vs Setubal 1-0 (13ª Jornada)


A meteorologia confirmava: mais uma vez o FC Porto entrava em campo com a companhia dum temporal, esta equipa este ano já jogou sobre um verdadeiro campo de "batatas" em Coimbra, numa pista de gelo, em Viena, e agora sob chuva intensa.

O FC Porto entrou em campo privado de vários titulares, com o próprio Villas-Boas a ficar de fora devido à expulsão no jogo com o Sporting, Vítor Pereira, o treinador adjunto fez alinhar Otamendi em vez de Maicon, Cristian Rodriguez substituiu o lesionado Varela, Guarín fez de novo a posição de Fernando, Emídio Rafael entrou para a esquerda para o lugar de Álvaro Pereira e por fim, por opção Fucile entrou para a direita, posição que normalmente pertence a Sapunaro.

Quanto ao Setúbal, entrou em campo com as suas habituais pedras titulares numa equipa bem comandada por Manuel Fernandes, onde se incluem alguns nomes de jogadores bastante experientes como Hugo Leal, Cláudio Pitbull, Neca, Ricardo Silva.

O jogo marcado para as 19:45 arrancou frio por parte das duas equipas, notava-se sobretudo algum receio e muito respeito por parte do Setúbal ao passo que, por parte da equipa portista via-se alguma lentidão de processos, a equipa entrou para controlar mas devagarinho e a verdade é que aos 8 min só a verdadeira inspiração do guardião brasileiro Diego evitou os Dragões ficassem em vantagem, numa sequência de três lances rápidos, primeiro o remate de Fucile, depois a recarga de Rodriguez e por fim um remate potentissimo de fora da área de Guarín aos quais Diego respondeu com três grandes defesas.

O jogo corria de feição ao FC Porto, o Setúbal não avançava e a equipa Portista também não se chateava muito, a verdade é que foi a única equipa a querer ganhar na primeira parte.

Aos 29 min, mais uma grande defesa de Diego, João Moutinho que ainda procura o primeiro golo com a camisola Portista faz um espectacular remate de fora da área ao qual o Brasileiro volta a responder com um excelente defesa, por esta altura, só o guardião Setubalense permitia o nulo no resultado.

Dez minutos depois, novo perigo para a baliza do Setúbal, desta forma é Belluschi que ao cobrar um livre perigo envia a bola à barra, que desta forma viria a adiar o golo do Porto, que surgiu aos 44 min, cruzamento de Hulk na esquerda, Falcao cai na área depois de um suposto empurrão de Collin, na conversão, Hulk não falha e põem o FC Porto em vantagem. O intervalo chegaria minutos depois.


Manuel Fernandes substitui Bruno Gallo por Zeca enquanto o FC Porto mantém a sua formação inicial e a segunda parte ameaçava se tornar apenas uma "continuação" da primeira, mas o facto é que a substituição surtiu o efeito desejado e a equipa Setubalense entrou revigorada, assustando logo a equipa Portista foi aos 48min, num lance em que Zeca se isola e a defesa Portista fica a reclamar fora-de-jogo.

O Setúbal crescia mais um pouco, ao passe que os jogadores Portistas tentavam aproveitar os maiores espaços que o avanço da equipa Setubalense proporcionava.
Decorriam os 67 min quando Jorge Fucile discute um lance com o atacante da equipa do Sado, fazendo um corte limpo, ao qual o árbitro erradamente mostra a cartolina amarela para o Uruguaio do FC Porto, mas é três minutos depois que chega a grande oportunidade do jogo para o Setúbal, nova correria de Zeca que volta a isolar-se com perigo ficando praticamente de frente com Helton, Rolando vindo de trás faz-se ao lance e acaba por evitar que o remate do ex-Casapiano encontra-se a baliza como seu destino.

Os vinte minutos finais caracteriza-se por um maior ascendente no jogo da equipa dos Dragões que tentaram retomar as rédeas de um jogo que se ameaçava cada vez mais perigoso, pelo meio Emídio Rafael sai para dar lugar a Sapunaru e Falcao sai para dar mais minutos a Walter, o Setúbal começava a acreditar que podia fazer uma gracinha no Dragão e o resultado mantinha-se em suspenso pronto para qualquer alteração.


Para o último minuto da partida estava guardado mais um lance polémico, Fucile começa a agarrar o avançado Jailson que cai dentro da área, aqui o árbitro Helmano Santos tem dois erros: Dá amarelo a Otamendi, que não foi o autor da falta, marcando penaltie, quando a existir falta seria livre para a equipa de Setúbal, na marcação, o próprio Jailson marca a primeira vez, a bola entra na baliza dos Dragões mas não é válido porque o árbitro não tinha apitado, à segunda, Jailson remata forte por cima da barra, neste lance, a equipa Sadina perdeu a sua última oportunidade para empatar o jogo, que viria a acabar poucos minutos depois com mais uma vitória Portista.

CONCLUSÃO:
Foi um jogo que acompanhou o tempo: Frio, com pouca emoção, com muitos passes errados de ambas as partes e quando o futebol é fraquinho, as atenções viram-se para outros protagonistas: O Árbitro!

E a verdade é que Elmano Santos fez bem por isso: Dois penalties muito, muito duvidosos para ambas as partes sendo que só não deu empate por inércia do atacante do Setúbal, um cartão amarelo a Fucile injusto e alguns lances mal ajuizados...
Fica a pergunta....nestes casos o próprio árbitro não ficaria beneficiado se tivesse à sua disposição um video para poder rever estes lances?

HOMEM DO JOGO:

Diego! O guardião Setubalense nos primeiros vinte minutos de jogo foi responsável pelo retardamento do golo do Porto, com algumas defesas espectaculares que seguramente impediram o Porto de ter um resultado dilatado.

Texto: Hugo Pinto (BestOfFutebol)


Vítor Pereira:
«A presença do líder é sempre importante. As coisas tornaram-se mais emocionais e nessas circunstâncias os jogadores ouvem pouco. Se o André estivesse no banco dificilmente seria ouvido nestas condições. Estou aqui para servir o clube e quero desfrutar da qualidade que me rodeia. Sinto-me no meu mundo.»



«Pusemos o Rúben para termos mais posse de bola. Optámos por ele na altura em que o Rodríguez se lesionou. O Emídio Rafael saiu porque começou a sentir dificuldades, pois não tem jogado com regularidade. Daí a entrada do Sapunaru.»


Manuel Fernandes:

«Sabia que se o F.C. Porto não marcasse cedo podia ressentir-se na segunda parte, em virtude do grande esforço de Viena. Fui avançado e sou fã do Falcao e do Hulk. Um dia vão jogar num dos gigantes da Europa. Sofremos um golo quando não esperávamos. Não sei se o senhor Elmano Santos tem algo contra o Vitória. Ele não podia ter marcado um penalty daqueles.»



«Arrisquei tudo e acabei com quatro avançados. Não é qualquer um que faz isso. Depois falhámos um penalty no fim. O árbitro disse que não tinha apitado. Foi pena o Jaílson ter-se precipitado.»

«Enervámos o Porto até ao último minutos e foi pena o penalty não ter entrado. Hoje o Porto não esteve tão bem, mas é a melhor equipa portuguesa. Isso dá-me ainda mais moral, pois conseguimos contrariar os melhores.»


Guarín:
«A condição física pode não ser a melhor, mas isso não justifica o facto de não termos jogado o nosso futebol, o futebol que temos demonstrado. Estamos cansados, mas podíamos ter feito mais. Já tivemos outros jogos difíceis, temos sempre de respeitar os adversários. Não foi fácil, foi um jogo complicado, sobretudo no final, mas o mais importante é que vencemos. O importante é manter esta distância e continuarmos com as nossas vitórias.»



Sobre a polémica em torno da arbitragem: «Eu respeito sempre as decisões do árbitro, são decisões tomadas em segundos. Deixo as considerações para os jornalistas.»

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domingo, 5 de dezembro de 2010 | 0 comentários | By: BestOfFutebol

Portimonense vs Sporting 1-3

Paulo Sérgio voltou a um palco em que viveu uma das maiores alegrias como treinador de futebol. Foi a 2 de Maio de 2004 que, no recinto algarvio, deu um passo decisivo para subir o Olhanense à Liga de Honra, na primeira experiência como treinador. Agora voltou a sorrir, numa vitória do Sporting sobre o Portimonense. Postiga, Maniche e André Santos marcaram os golos e Pires apontou o tento da equipa de Litos.

Aos dez minutos de jogo, Paulo Sérgio chamou André Santos e deu-lhe indicações. Um momento determinante para o Sporting pegar no jogo, com as instruções do treinador leonino a indicar troca de posição entre Maniche e André Santos, que andou dez minutos á deriva, num lugar que não era carne nem peixe, muito metido em zonas interiores do meio-campo, quase estático, numa estratégia que prescindia de extremo-direito, fazendo João Pereira todo o corredor. Maniche, que apesar de também não se ter encostado á linha, soube ocupar melhor os espaços, e subia mais vezes, permitindo a Liedson descair para a ala, surgindo o médio leonino muitas vezes na zona do ponta-de-lança.

Esse reposicionamento do Sporting aproximou a equipa da baliza adversária, e a estar mais perto do golo. Liedson foi a primeiro a ter oportunidade de festejar, mas o chapéu (10 minutos) saiu curto para as mãos de Ventura. No mesmo minuto, Lito apareceu também na cara de Rui Patrício, mas rematou fraco, á figura, num dos raros momentos em que os algarvios incomodaram.

Deixe-nos a sua opinião sobre este assunto, na parte inferior deste artigo...

Os «leões», com a zona central do meio campo bem povoada, anularam os algarvios, sem um verdadeiro construtor de jogo, face às ausências de Renatinho (lesionado) e Peña (por opção de Litos). Assim, na teoria, Jumisse é que deveria assumir esse papel, mas na prática, os recuperadores de bola do meio-campo leonino não deixaram que isso acontecesse, e, até seria Pedro Silva, o trinco com mais liberdade para avançar no terreno, quem mais tentou esticar a equipa algarvia.

Mas sem sucesso. A lição estava bem estudada, pois Paulo Sérgio já tinha avisado que o Portimonense era rápido nas transições ofensivas, por isso era importante evitar isso, o que foi conseguido.


Com o controlo do jogo, o Sporting adiantou-se no marcador, por Postiga (23 minutos), na sequência de um livre marcado por Maniche, que Ventura defendeu para a frente. Pouco depois, Liedson poderia ter aumentado a vantagem, mas o remate saiu por cima da baliza. Mas seria nos últimos minutos da primeira parte, que o Sporting daria maior visibilidade ao marcador, mesmo depois de apanhar um susto, quando o Portimonense, de bola parada (só podia ser assim) empatou o jogo. Foi aos 38 minutos, por Pires, na sequência de um livre marcado por Pedro Silva. Mas a noite era verde e o Sporting não tremeu. E em três minutos (43 e 45+1) elevou a contagem, por Maniche e André Santos, respectivamente. E com finalizações idênticos, surgindo de trás com remates na zona central, já na área. E deram razão á leitura que Paulo Sérgio fizera aos dez minutos! E Maniche não marcava um golo no campeonato português, há seis anos!



A segunda parte nada alterou. O Sporting continuou com o controlo total do jogo e foi sempre quem esteve sempre mais próximo do golo. Litos arriscou com a entrada da Kadi, para jogar no ataque com Pires, mas a bola andou sempre distante das linhas mais avançadas do Portimonense.

Foi simples e natural a vitória do Sporting, que nunca esteve em causa, mesmo quando o Portimonense empatou o jogo aos 38 minutos. Foi bem visível a diferença entre as duas equipas! E com o dedo de Paulo Sérgio!

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