sábado, 27 de novembro de 2010 | 8 comentários | By: BestOfFutebol

Sporting vs Porto 1-1 (12ª Jornada)


Verdadeira noite de clássico em Alvalade, um jogo com todos os ingredientes: Tensão pré-jogo, duas equipas guerreiras e…maçãs! O público de Alvalade decidiu brindar a equipa Portista com maçãs, numa verdadeira alusão ás palavras do seu presidente à uns meses atrás!

Villas-Boas surpreendeu ao deixar Fucile no banco, quando tudo apontava para que fosse o Uruguaio a substituir o seu compatriota Álvaro Pereira no lado direito da defesa Portista, lançando assim Emídeo Rafael no 11 inicial. Quanto ao Sporting, Postiga fez dupla com Liedson, depois de no último jogo ter relegado o Luso-Brasileiro para o banco de suplentes.

O jogo começou dividido, com as duas equipas a lutarem muito a meio campo, enquanto o público Sportinguista travava uma luta interessante com..Moutinho! O internacional português protagonista da transferência sensação do último verão encontrou um ambiente hostil, sendo verdadeiramente assobiado e apupado cada vez que tocava na bola.

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Com o passar do tempo, o Sporting viria a tomar conta do jogo e a jogar mais perto da baliza de Helton, sendo que o factor casa aliado a um espírito motivado pelo o facto de poder ser a primeira de vinte e uma equipas esta época a poder vencer o FC Porto, fez com que o Sporting do primeiro tempo fosse um Sporting pressionante, a não deixar a equipa Portista fazer o seu jogo e é aí que reside o segredo: O Sporting não deixou que a equipa Portista efectuasse o controlo da bola como tanto gosta.



Ainda assim, a primeira grande oportunidade do jogo pertence ao Porto, ao minuto 9 Belluschi faz um excelente passe para Radamel Falcao, ficando frente a frente com Rui Patrício, o colombiano atirou ao lado da baliza Sportinguista desperdiçando assim a oportunidade do FC Porto inaugurar o marcador.

Daí para a frente só deu praticamente Sporting, a pressão exercida sobre o meio-campo Portista começou a dar cada vez mais resultado e numa sequência de remates sobretudo pelos jogadores centro-campistas da equipa leonina, o Sporting chega ao golo, Rui Patrício faz uma reposição longa da bola e isola Valdés que com um toque de joelho fica frente a frente com Helton, mas ao contrário de Falcao não falhou, estava inaugurado o marcador em Alvalade, o Sporting saía na frente, neste lance dá a ideia que no momento do passe, Valdés encontra-se ligeiramente adiantado em relação ao último defesa do FC Porto.

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Mas o domínio do Sporting no primeiro tempo não se caracteriza só pelo golo, já antes Pedro Mendes ameaçou, com um grande remate de fora da área enviando a bola à trave de Helton, remate espectacular que talvez merecesse outra sorte.

1ª Parte:

O inicio da segunda parte acusava um rumo diferente do jogo, o Porto entrou mais pressionante e com vontade de escrever uma história diferente no jogo criando assim uma sequência de lances em que podia ter feito a igualdade, destaque ao minuto 53 em que Falcao desvia a bola de Rui Patrício que necessitou de fazer uma defesa a dois tempos para evitar que a bola entrasse na baliza Sportinguista.

Falcao ameaçava e quatro minutos depois o FC Porto empata o jogo, Maniche cai depois de um choque com Fernando, a bola sobra para Moutinho que com o passe a rasgar para a esquerda dá a bola a Hulk que cruza rasteiro para os pés do matador Colombiano e a bola termina no fundo das redes Sportinguistas, estava feito o empate no jogo.
Mas na história do jogo, o momento mais importante ainda estaria para vir:

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Decorridos 68min de jogo, Maicon é expulso por alegada falta a Yanick Djaló após uma perda de bola em que o avançado leonino que teria entrado minutos antes para render Pedro Mendes ficaria isolado para a baliza. As repetições televisivas mostram que mais uma vez o Juiz Jorge Sousa decidiu mal, porque o defesa central Brasileiro não faz falta, cartão vermelho mal assinalado que acabou por dar outro rumo ao jogo.

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O jogo tornara-se diferente a partir deste lance, o Sporting cresceu no jogo, Villas-Bas vê-se obrigado a tirar Falcao do jogo para reforçar a defesa que ficara desfalcada fazendo entrar Otamendi e o FC Porto nunca mais foi o mesmo no jogo.

Com este crescimento, o Sporting voltou a fazer o pressing com que terminara a primeira parte, estando sempre mais perto do segundo golo, a equipa Portista defendeu como pode e soube, depois de estar reduzida a dez elementos.

Veja as fotos do jogo Aqui

De destacar também o minuto 73, Jorge Sousa dá ordem de expulsão a Villas-Boas, que pela segunda vez esta época é expulso, sendo que a primeira coincide também com outro empate do FC Porto, desta forma em Guimarães.

Daqui até ao final do jogo não há muito mais a contar, o Sporting terminou os últimos 10 minutos da partida em cima do jogo, à procura do segundo golo, num jogo muito agressivo de ambas as partes, com bastante luta entre os jogadores, com algumas decisões polémicas e muita tensão dentro e fora das quatro linhas e é disso que um verdadeiro clássico é feito.

2ª Parte:

CONCLUSÃO:
Tendo isto em conta, pode então afirmar-se que o empate se ajusta aquilo que foi o jogo, apesar de no compito geral, o Sporting atacou mais que o FCPorto, sendo a equipa Portista superior no inicio da segunda parte até ao lance da expulsão do Maicon

LANCES POLÉMICOS:
Jorge Sousa não tinha vida fácil neste clássico, as suas decisões mais polémicas podem eventualmente ter mudado o rumo do jogo, o golo do Sporting e a expulsão de Maicon, são lances que podem dar várias interpretações dependo da cor clubística de cada um.
Muitos cartões amarelos, alguns desnecessários e outros por mostrar, num jogo aguerrido e duro, talvez uma política que tenha de ser revista pelos árbitros Portugueses.

Jorge Coroado:
Valdés, no momento da assistência de Patrício, estava em posição irregular. O pontapé foi longo, e isso originou a distracção de José Ramalho, que não prestou atenção à movimentação do atacante. Na sequência, Valdés jogou a bola com o tronco e não com o braço, como foi pretendido por Helton.

Maniche incorreu em conduta violenta, pois não tinha a bola à sua mercê e foi deliberado no gesto efectuado.

Os pressupostos para vermelho não estavam reunidos: distância e enquadramento com a baliza, domínio de bola. Havia outro portista na jogada.

Pedro Henriques:
Um lance de difícil análise, porque a bola vem de um passe feito a mais de 50 metros de distância. Contudo, Valdés, no momento do passe de Rui Patrício, está mais perto da linha de baliza do adversário do que a bola e o penúltimo adversário, ou seja, estava em fora-de-jogo. Valdés nunca tocou a bola com a mão.

Maniche faz uma falta grosseira, ou seja, entrou de sola, por trás, na perna de João Moutinho. Lance passível de exibição de cartão vermelho.

Maicon inicialmente tocou na bola, mas de seguida rasteirou Liedson, destruindo assim uma clara oportunidade de golo, pois o adversário ficava isolado.

Paulo Paraty:
Apesar de os jogadores do FC Porto reclamarem que Valdés jogou a bola com a mão, tal não aconteceu. E é um facto que o assistente é traído pela grande distância que a bola percorreu até chegar a Valdés, não punindo a sua posição inicial de fora-de-jogo.

Através da repetição da televisão, percebemos a imprudência de Maniche. Justificava-se, no mínimo, a exibição do cartão amarelo.

Apesar de não ser visível, na TV, a falta de Maicon, o cartão vermelho parece exagerado. Liedson, sem a bola controlada e longe da baliza, não estava isolado.

Texto: Hugo Pinto (BestOfFutebol)



Villas-Boas:
[Um jogo com muitos casos, a expulsão de Maicon foi decisiva?]
- A expulsão do Maicon acontece no nosso melhor período, depois tivemos de nos readaptar ao jogo e os nossos objectivos passaram a ser outros. Parece-me claro que há lances a analisar. Deixo ao vosso critério as vossas análises, depois vou ler. Quanto à minha expulsão, parece-me um pouco injusta. Disse apenas que achava escandalosa e gritante a dualidade de critérios que estava ter. O Sporting apresentou-se de forma agressiva, no sentido positivo, mas quando passa dessa agressividade para a caça ao homem, o árbitro tem de intervir. Foi uma perseguição a Moutinho, pura caça ao homem. Agressões atrás de agressões, pisadelas e empurrões. Não digo vermelhos, mas ficaram amarelos por mostrar. Sem tirar mérito à forma como Sporting se apresentou na primeira parte. Uma boa primeira parte do Sporting, uma boa segunda parte do F.C. Porto até à expulsão do Maicon.

[O facto do F.C. Porto continuar invencível, continua a ser um tónico para os adversários?]
- Acredito que sim. É um bom tónico motivacional. Não sei onde foram buscar a ideia que um dos nossos objectivos é terminar o campeonato sem derrotas. Um dia chocaremos com a derrota. Só as equipas que roçam a perfeição acabam um campeonato sem derrotas.

[É a segunda falha de Maicon, já tinha sido expulso na Turquia]
- Penso que não, a falta não é assim tão clara. O Liedson é um jogador experiente, sabe utilizar o mínimo contacto para cair. Tenho de acreditar no meu jogador. O Maicon diz que não lhe tocou. Ele não viu a pressão chegar, são lances que podem acontecer.


Paulo Sérgio:
[O Sporting quebrou na segunda parte?]
- Não concordo. É normal que com o resultado em 1-0, frente a uma excelente equipa, quando não tens bola, juntes as linhas e te prepares para atacar e matar o jogo. É lógico que o Porto ia tentar equilibrar o resultado na segunda parte. Fizemos um jogo tacticamente perfeito até à expulsão de Maicon, com excepção para o lance que dá o golo do Porto. Não recuámos para a última linha como tão bem fizemos durante toda a partida. Há muito demérito da forma como defendemos esse lance. Há três jogadores que atacam a bola e deixam um sozinho nas costas. Depois da expulsão cometemos outro erro. O F.C. Porto na Turquia foi elogiado por jogar com dez e por ganhar por 3-0. Foram só flores. Com superioridade numérica não se dribla, troca-se a bola. Tivemos elementos a abusar da posse de bola e não a rodar para criarmos situações de golo. Ainda criámos algumas situações, mas não aquelas que podíamos ter criado. O Porto foi muito bem anulado pelo nosso posicionamento, mas não ganhamos o jogo porque não soubemos rodar a bola.

[Não ficou satisfeito com o resultado?]

- Saio insatisfeito com o resultado e pelo erro que comentemos quando sofremos aquele golo e na má opção de optarmos pelo drible em superioridade numérica. No um contra um anulas a superioridade numérica. Tínhamos muito terreno para rodar a bola, houve gente a agarrar-se à bola estupidamente.

[Treze pontos de atraso, o Sporting está fora do título?]

- O Sporting está a trabalhar a partir de amanhã para vencer o Lille e garantir a continuidade na prova. É o jogo que temos a seguir, é a nossa filosofia de trabalho. Não fomos inferiores ao Porto e os erros que cometemos mais graves foram contra outros adversários, não foram contra o Porto. Sinto-me desiludido porque merecíamos hoje ter saído daqui com outro resultado. Fizemos dezasseis remates conta oito. Temos mais uma bolas nos ferros, é uma sina esta temporada.




Maniche:
«O F.C. Porto marcou na única ocasião que teve e, pelo futebol que demonstrámos hoje aqui, não merecemos estar tão afastados do primeiro lugar. É o futebol, há que continuar a trabalhar, a acreditar, ainda falta muito campeonato, sabendo que as coisas estão difíceis, mas há que lutar domingo a domingo sempre a pensar na vitória.»

[Se houve agressividade excessiva do Sporting]
«Não comento essas situações. O que se passa dentro de campo acontece em segundos, ninguém joga para magoar ninguém, somos profissionais, podemos magoar mutuamente jogadores, mas ninguém entra em campo para provocar danos a ninguém, isso é uma afirmação que não tem pés nem cabeça.»

Palavras para quê...?

[Expulsão de Maicon]
«O F.C. Porto recuou bastante, jogou em contra-ataque, demos tudo, o nosso melhor, tentámos atacar, não só pelas linhas como pelos pontas-de-lança, mas não conseguimos ter uma oportunidade clara como na primeira parte.»

[Se é o adeus ao título]
«Não. Há que continuar a trabalhar. Estamos muito longe do primeiro lugar mas há que dignificar a camisola que vestimos e, nesse caso, o Sporting vai fazer tudo o que estiver ao seu alcance.»



Evaldo:
«Acho que o Sporting fez um grande jogo e demonstrou o seu valor. Agressivos? Foi um jogo normal, isso não é verdade. Demonstrámos que a equipa está forte. O que falta? Trabalhar muito para conseguir um pouco mais de sorte. Ainda falta muito campeonato. Todos trabalharam, correram atrás do resultado, é uma grande resposta do grupo.»

[Duelo com Hulk]
«Não foi só o Hulk. O Sporting esteve muito bem.»

Falcao:

«O árbitro foi muito permissivo e eles chegaram ao golo, num fora-de-jogo claro. No segundo tempo, quando estávamos no nosso melhor momento, chegou a expulsão do Maicon. Viu o vermelho numa falta normal, quando houve muitas faltas mais perigosas durante o jogo. Naquele momento, o F.C. Porto estava a dominar completamente o jogo. Ainda não afastámos o Sporting, há muitos pontos em disputa e temos de pensar nos jogos que temos pela frente.»



Varela:
«Foi um bom resultado, num campo difícil. Pontuámos e isso é importante. Penso que o árbitro acabou por deixar passar lances que seriam a nosso favor e isso dificultou o nosso trabalho. Sabíamos que o Sporting ia querer entrar forte, mas depois conseguimos dar a volta, sofremos um golo em fora-de-jogo e isso complicou o nosso trabalho. O objectivo é sempre pontuar e o resultado acaba por ser positivo. Tirando as maçãs, acho que a recepção ao Moutinho foi normal.»






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sexta-feira, 26 de novembro de 2010 | 0 comentários | By: BestOfFutebol

Antevisão: Sporting vs Porto

Entrar no domínio das antevisões não se afigura uma tarefa fácil. É um mergulho na dificuldade de antever e antecipar acontecimentos num jogo de futebol, que à partida, e por si só, se vislumbra de resultado imprevisível, e que ao mesmo tempo, encerra um elevado grau de complexidade.

Todos os jogos da natureza de um clássico trazem consigo uma carga histórica a ter em consideração (último resultado foi favorável ao Sporting por 3-0). Além disso, a carga emocional resultante de alguns acontecimentos recentes, vão seguramente apimentar este embate entre “leões” e “dragões” (a mudança de Moutinho para o FC Porto no último defeso, num processo que levou o ex “capitão”, e a maior referência do universo leonino na altura, a ser apelidado de “maçã podre”). De notar ainda, as dúvidas e eventuais regressos: a possibilidade de o FC Porto ter de remodelar a sua ala esquerda, devido às lesões de Álvaro Pereira e Varela, e se vislumbrarem os regressos de Fernando e Maniche às suas equipas.

“Fait divers” e outros acontecimentos à parte, creio que vai ser um jogo bastante emotivo e interessante de seguir. Do meu ponto de vista muito pessoal, creio que mais que um embate em que se defrontam estilos e filosofias diferentes, vai ser um duelo de equipas com dinâmicas distintas.


O FC Porto tem vindo a mostrar que não mudará a sua abordagem ao jogo. Apesar de se ver forçado a mudar alguns jogadores, manterá a postura, estrutura táctica e a mesma filosofia. Espero o mesmo 4-3-3 ofensivo, com um pivot no meio campo, fazendo uma pressão intensa, em especial nalgumas zonas, com o intuito de ganhar a bola para mandar no jogo através da posse. Se ou quando os leões o forçarem a jogar no momento defensivo, para não desgastar muito o Hulk em tarefas defensivas, e para aproveitar as transições ofensivas, este assegurará uma referência de transição para o ataque num espaço entrelinhas e mais subido em relação ao bloco da sua equipa. No outro corredor, e até porque o Sporting terá naturalmente uma maior capacidade de projecção no eixo profundo pela sua direita, o extremo baixará um pouco para ajudar o seu lateral nas tarefas defensivas, incorporando uma 2ª linha no bloco da equipa, posicionando-se sempre de frente para o lateral do adversário (Abel ou João Pereira).


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Será que o Sporting vai manter o 4-4-2, ou vai mudar e assim dar indicações de adaptação face ao que o FC Porto tem produzido? Não posso assegurar com toda a certeza se vai jogar com um ou dois pontas de lança. Baseando-me um pouco no que tem sido o leque de decisões utilizado até ao momento, pode até vir a apresentar-se num 4-2-3-1. No entanto, mais do que o sistema a utilizar, a organização colectiva e a dinâmica irão ao encontro dos comportamentos tácticos evidenciados até ao momento. Devido ao facto de jogar em casa e de contar o apoio do seu público, tentará fazer uma pressão um pouco mais subida e mais agressiva. Julgo que o grande desafio dos leões, nesta partida, vai ser a eficácia desta pressão, não afastando demasiado as suas linhas, pois devido à elevada capacidade de posse e circulação de bola dos portistas, podem ficar mais expostos se a equipa não estiver bem posicionada e com coberturas próximas, em especial no corredor onde actua Hulk.

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Paulo Sérgio irá ter especiais cuidados? Talvez. Essencialmente, terá de ocupar bem as zonas ou espaços referência de transição ofensiva do Porto. A equipa deverá dominar a carga emocional do jogo, pois sofrer um golo primeiro, pode levá-los a cometer erros e a ter de suportar a pressão do seu público e a entrar em crise de raciocínio táctico. Manter-se em campo com igualdade numérica também será um desafio, especialmente para os jogadores que normalmente são mais intensos e agressivos. Devido ao excelente posicionamento da cortina defensiva do meio campo portista, onde é evidente uma articulação de equilíbrios e de coberturas interiores muito completa, o Sporting terá todo o interesse em aproveitar o jogo exterior, pois naturalmente, nesta partida, terá mais dificuldade em dar profundidade ao seu jogo.

Especial Sporting vs Porto

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O equilíbrio global e a inteligência táctica para superar eventuais obstáculos criados pelo adversário vão ser determinantes no desfecho deste emocionante jogo entre equipas com estados de espírito diferentes! Acredito que mais do que a capacidade que uma equipa terá para aproveitar o que o jogo lhe trouxer, será determinante aquilo que a mesma será capaz de provocar não só na partida, mas acima de tudo no adversário. É nesta dimensão da confrontação que se joga a excelência das equipas, ou não...

Paulo Sérgio:
Paulo Sérgio garante que os «leões» estão preparados para travar a invencibilidade do FC Porto no campeonato. O treinador do Sporting confia no grupo e garante que, se a equipa cumprir a estratégia que está delineada para o clássico, os «leões» têm tudo para ser felizes.

"Trata-se de duas equipas com percursos distintos, mas, a jogar em casa, o Sporting é favorito no jogo de amanhã (sábado). Estou preocupado com o Sporting e nada mais. Claro que o FC Porto é a equipa mais regular do campeonato, está a fazer uma prova brilhante, mas a nossa missão é estarmos concentrados. Se colocarmos em prática tudo o que treinámos durante a semana, o Sporting terá tudo para ser feliz", vincou.


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O técnico dos «leões» afirma que o clássico é só mais um jogo de campeonato, apesar da distância pontual para o líder. “Quero ganhar ao FC Porto e aos outros todos. É um jogo que queremos vencer, como todos os outros. Temos uma estratégia, que não vou revelar, e uma única ambição, que é vencer. Foi para isso que nos preparámos, não faz sentido fazer outro tipo de avaliação e é nisso que o grupo está concentrado. Estamos preparados para vencer e é a pensar nisso que vamos entrar em campo. Independentemente da diferença pontual, a única mensagem que passei aos jogadores foi essa, ou seja, que só temos de pensar em ganhar”, exprimiu.

Questionado sobre a possibilidade de utilizar Liedson e Postiga juntos de início, Paulo Sérgio deixou no ar essa possibilidade. "É possível, por que não? Já jogaram tantas vezes juntos e amanhã podem voltar a fazê-lo. Mas só amanhã terão essa certeza”, disse.

O regresso de Moutinho a Alvalade foi tema incontornável na antevisão do clássico, mas Paulo Sérgio desvalorizou o tema. “Não faço parte de uma comissão de boas-vindas nem o contrário, não sei a quem serve esse tipo de situações, mas, por vezes, provocam danos. Só penso em futebol e na minha equipa. Que seja um bom jogo, que o Sporting ganhe e que o FC Porto chegue e saia de Lisboa em segurança”, salientou.


Antevisões de adeptos famosos:

Júlio Isidro:


Cláudia Jacques




Rubim:








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quinta-feira, 25 de novembro de 2010 | 3 comentários | By: BestOfFutebol

Mourinho 10 anos de carreira (vídeo)

O outro lado de José Mourinho contado por quem bem o conhece “José Mourinho – o melhor treinador do Mundo” O treinador do Real cumpre 10 anos de carreira e algumas das pessoas que com ele conviveram explicaram o que faz dele tão especial, como é o caso de Diego Maradona, Cristiano Ronaldo, Frank Lampard, Jorge Costa, o presidente do Real, Florentino Pérez, entre outros.

Tudo começou com a vitória no campeonato, ao serviço do FC Porto, em 2002-03. Desde então, José Mourinho não parou de coleccionar troféus. Seguiram-se a Taça de Portugal e a Taça UEFA, depois a Supertaça, novo título no campeonato seguinte e a Liga dos Campeões. O treinador português emigrou para o Chelsea e continuou a ganhar: dois títulos da Premier League, duas Taças da Liga inglesa, uma Supertaça e uma Taça de Inglaterra. Etapa seguinte, Milão. No primeiro ano no Inter venceu a Série A e a Supertaça italiana. E no ano passado fez o “triplete”: campeonato, Taça e Liga dos Campeões. Agora, a missão é ganhar no Real Madrid.

Aos 47 anos, José Mourinho soma 17 troféus – mais do que qualquer outro treinador com essa idade. Louis van Gaal, que teve Mourinho como adjunto no Barcelona, aproxima-se da cifra do técnico português do Real Madrid. O holandês já tinha conquistado, com 47 anos, 15 títulos, divididos entre Ajax (11) e Barcelona (4). Van Gaal tinha vencido um total de cinco troféus internacionais (duas Supertaças europeias, Liga dos Campeões, Taça UEFA e Taça Intercontinental), contra os actuais três de Mourinho.

Mourinho 10 Anos de Carreira: 1ª Parte


Mourinho 10 Anos de Carreira: 2ª Parte


Mourinho 10 Anos de Carreira: 3ª Parte


Mourinho 10 Anos de Carreira: 4ª Parte


Mourinho 10 Anos de Carreira: 5ª Parte


Nas dez épocas de actividade como treinador, Johan Cruyff conquistou todos os 14 troféus que constam do seu currículo. O holandês, que colocou um ponto final na carreira aos 49 anos, averbou todos os títulos do seu palmarés antes dos 47 anos, ao serviço dos mesmos clubes de Louis van Gaal – Ajax e Barcelona. Destacam-se o tetracampeonato ao serviço dos blaugrana, entre 1990-91 e 1993-94.

Alex Ferguson, a quem José Mourinho já elogiou publicamente como um exemplo, chegou aos 47 com 13 títulos no currículo. A contabilidade do treinador escocês só disparou a partir do momento em que chegou ao Manchester United. Ferguson assumiu o comando técnico dos “red devils” em 1986, com 45 anos, e nos dois anos seguintes venceu uma Taça de Inglaterra e uma Supertaça. A maior parte do currículo do escocês, até aos 47, foi construída na Escócia, nomeadamente ao serviço do Aberdeen.

Veja as fotos do jogo Aqui

“Vejo-me como um novo Ferguson, no sentido de que o entusiasmo que tenho hoje é, como referi, o mesmo do primeiro dia, e por isso acredito que aos 70 continuarei no banco, a treinar”, disse há alguns dias José Mourinho. E, a chegar aos 70 ainda no activo, o técnico português arrisca-se a ultrapassar a fasquia estabelecida pelo treinador do Manchester United: Alex Ferguson, que completará 69 anos em Dezembro, tem no currículo 46 títulos.





Reportagem SIC transmitida dia 25-11-2010

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O Desnorte da Manada - Parte 2


Por norma não tenho o habito de bater em quem já está de rastos, mas penso que o artigo Desnorte da Manada merecia uma segunda parte, depois de todas estas novas manifestações de desnorte e de autentico TILT que se estão a passar dentro da “familia” Benfiquista.

Para quem não leu a 1ª Parte deste artigo, aconselho a ler, antes de ler este, basta clicar aqui.
Pois bem no seguimento que falamos anteriormente, o Desnorte e o Tilt continuam... Os adeptos do Benfica por estarem envolvidos dentro do comportamento/efeito Manada, não conseguem compreender como é possível tudo que se está a passar em redor do seu clube...

Mas penso que agora com um pouco mais de isenção e de “desligamento” das lavagens cerebrais, vão conseguir entender o que se tem passado. E é muito simples o Benfica veio de um campeonato, onde tinha uma equipa um pouco melhor do que o normal, mas que em condições normais não teria chegado para serem campeões.
Mas lá foram ganhando não apenas nos túneis, mas principalmente porque a maioria dos jogos o campo estava inclinado, basta contabilizar as expulsões e penaltis perdoados, antes daquelas goleadas, e por outro lado todos as expulsões e penaltis inventados que apareciam para os lados do Benfica.

E quando se juntam a esses factos lavagens cerebrais e mensagens Manada, com toda a arrogância e falta de respeito pelos adversários, ninguém pode culpar os adeptos do Benfica de estarem impulgados e de serem eles também a imagem das declarações dos seus dirigentes, mas depois chega-se ao ponto que se está neste momento... De Desnorte Completo e de completo TILT.



A culpa está em dirigentes incompetentes, arrogantes e que apenas estão no Benfica para ganharem protagonismo para eles mesmos, e que de futebol percebem muito pouco. Agora entendo o pedido da direcção aos sócios, já sabiam o que se ia passar e que era melhor nao passarem pela vergonha de serem constantemente assobiados, e o destino vai-lhes fazer a vontade.



Mas por outro lado não consigo encontrar nenhum catedrático de futebol, e muito menos alguém que já foi considerado por alguns benfiquistas como melhor do que o Mourinho...
E gostava de ver esclarecidas declarações como estas:



Quero desde já agradecer ao Grande Presidente de "todos" os Benfiquistas por ter roubado o Jorge Jesus ao Porto... E gostei principalmente das ultimas declarações a respeito do Ramirez e das possíveis alternativas... Belo exemplo de arrogância.

Enfim a confusão paira no ceio da Manada... Este é aquele momento em que as coisas se tornam perigosas, porque o efeito Manada tem destas coisas, quando corre mal, os seguidores como não conseguem nem podem compreender o que se sucede, já durante muito tempo levaram com imensas lavagens cerebrais, que lhes tirou a clarividência de analisar o conteúdo e os factos e não apenas as mensagens. E é por isso que penso estarmos numa altura perigosa. Quando uma Manada inteira esta desnorteada e completamente furiosa e Humilhada, sem líder e sem rumo próprio as coisas podem ficar um pouco descontroladas. Todos podemos sentir isso visitando alguns blogues benfiquistas...

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http://bola7inc.wordpress.com/

http://oantitripa.blogspot.com/ - Gosta da Musica deste blogue... Deve ser em sinal de despedida...

http://serbenfiquista.com/artigo/o-rid%C3%ADculo-n%C3%A3o-ganha-jogos

http://www.serbenfiquista.com/forum/index.php?topic=42117.0

http://futebolar.portugalmail.pt/artigo/20101125/o-benfica-actual

No ano passado vimos o Vieira a virar para si todos os louros de um campeonato ganho por influencias, neste momento gostávamos de saber o que tem a dizer, e estamos ansiosos para ver qual será a cortina de fumo que vai criar para poder explicar este Benfica (que para mim é o mesmo dos últimos 15 anos) apenas lhe falta Ricardo Costa e Lucílio Baptista


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Só espero que o "feitiço não se vire contra o feiticeiro" e o Benfica que fez o que fez para se armar em vitima, não venha na realidade a precisar de uma intervenção deste género:



A Manada enfurecida faz a terra tremer... Para onde é que eles vão correr?

Texto: R.A (BestOfFutebol)




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quarta-feira, 24 de novembro de 2010 | 10 comentários | By: BestOfFutebol

Alguém consegue entender...?

Aqui está um assunto que me deixa um pouco dividido e confuso.
No meu ponto de vista ninguém pode nem deve criticar declarações que promovam a paz, como foram aquelas proferidas ontem pelo Presidente do Sporting, mas por outro lado, acho todo o “barulho” que tem vindo a ser feito a volta do Moutinho um pouco estranho...

Todos nós nos lembramos certamente das declarações, proferidas há uns meses atrás por Bettencourt, onde o João Moutinho foi chamado um pouco de tudo, de Homem sem carácter e
até mesmo de Maça Podre.
Mas como gosto de cultivar o meu lado naif, tenho que acreditar que o Presidente do Sporting com estas novas declarações, está a fazer um grande "trabalho" e a dar um grande exemplo, ao mostrar como deveria ser o comportamento de todas as pessoas ligadas ao Futebol.

Até porque mais uma vez está a colocar-se numa posição de “ridículo”. Está a desdizer o que disse há uns meses atrás, e por isso mesmo, tenho que dar valor a alguém que se coloca numa posição de uma certa incoerência profissional, para salvaguardar o bom ambiente no Futebol Português, e como alias já disse anteriormente, é algo que não me surpreende, porque tenho o Presidente do Sporting como uma pessoa de bem e com valores pessoais acima da média, o que não invalida de o criticar em alguns assuntos referentes à gestão do futebol.

Sinto-me também na obrigação de dizer o seguinte: Mais uma vez o Sporting e os seus dirigentes, dão uma grande lição de como se deve estar no Futebol, a TODOS os outros dirigentes dos grandes clubes, que são os que têm mais responsabilidades dentro desta industria, que todos deveríamos de defender...



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Mas dito isto, tenho que falar de duas outras situações.
A primeira tem haver com as declarações do Director de Segurança do estádio de Alvalade, Carlos Miguel, onde diz que “O comportamento das pessoas em relação aos jogadores não extravasa a bancada. O cenário de tirar desforra não vai acontecer, nem é possível. Ninguém lhe toca. Pode vir tranquilo” referindo-se ao João Moutinho!

E não posso achar bastante estranho estas declarações, não passa pela cabeça de ninguém que o Moutinho possa ser agredido, penso que apenas pode passar pela cabeça de alguém que tem 2ª intenções, todos nós sabemos que vão haver assobios, agora violencia ao Jogador? Isso nunca foi falado e penso que nunca foi pensado por ninguém, o que me leva a pensar que para esse senhor estar a falar nisso, é por algum motivo.



O Povo costuma dizer algo parecido com isto: "Se queres incentivar algo esquecido, fala no assunto pelo lado positivo e tranquilizador..." E é por isso que estas declarações fora do contexto me deixam no mínimo admirado!

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Será que as pessoas ainda não apreenderam como o Porto funciona? Será que não sabem que é nas adversidades e nestes tipos de “problemas” que o Porto se agiganta? Afinal de contas o jogo vai ser Sporting vs Porto ou Sporting vs Moutinho? Penso que estás declarações são meias suspeitas e apenas poderão ser confirmadas depois do jogo, mas esperamos que tenham sido apenas uma resposta, a qualquer tipo de pergunta referente ao adepto que ficou sem os dedos com o lançamento do petardo.

A segunda situação que queria falar com vocês tem haver com o Dr. Eduardo Barroso (comentador do programa Prolongamento TVI 24) sempre o achei um excelente profissional, e sempre ouvi dizer que é dos melhores cirurgiões da Europa, até li as declarações ao jornal ionline.pt e infelizmente, neste momento nem o posso achar bom comentador (porque sempre o achei bastante incoerente) nem bom profissional, porque alguém que diz que não tem condições psicológicas para exercer a sua profissão da melhor forma, por um motivo pessoal, não pode ser considerado em parte alguma um bom profissional, quanto mais um profissional de topo!



Para usar palavras do mesmo, penso que quem está a ser um valente Energumeno esta época é esse senhor, ele está a colocar o seu lado de rancor e de mau perder, por cima do lado racional, e a esquecer-se que é comentador de futebol, num programa visto por milhares de pessoas, e que não está a falar com amigos na sala de chuto do hospital...

Basta vermos as declarações que tem tido sobre o Villas-Boas desde que começou a época...
E durante o programa desta semana, tivemos as explicações para as mesmas, afinal o que este Dr. tem é uma grande dor de cotovelo...



Mas voltando ao tema do Moutinho, eu penso que qualquer tipo de incentivo à qualquer acto de violencia deve ser criticado, e pensei pelo que tenho ouvido esse Dr. que a sua opinião era a mesma, principalmente pelas vezes sem conta que chamou energumeno ao Pragal Colaço, quando este teve aquelas tristes declarações (mais graves), mas lá está, violência é sempre violência.

Penso que temos e devemos sempre condenar qualquer tipo de incentivo, principalmente quando vem de alguém com as responsabilidades do Dr. Eduardo Barroso.
Que pelos vistos fala muito quando o assunto é com os outros, mas no fundo é igual, ou neste caso, até julgo que é pior, porque quando criticamos alguém, posteriormente temos o peso da responsabilidade de sermos diferentes, coisa que não aconteceu, como vão poder assistir mais a frente!

E o que vimos neste ultimo programa foram inúmeros incentivos para dentro da massa adepta Sportinguista, que pelas amizades que tenho e por aqueles que conheço, sei que não vão passar de assobios, mas esse Dr. deveria saber que toda a “grande” violencia começa por pequenas coisas, e depois do rastilho acesso, nunca se sabe o poder da explosão...



Por isso e para terminar, penso que dentro do reino do leão as coisas andam muito estranhas, uns apelam há Paz outros apelam há violencia...

E existem mesmo alguns Energumenos, que querem ganhar para atirar isso à cara de um jogador que ainda na semana passada estavam a dizer, que foi uma sorte ter aparecido uns "TóTós" (FCP) que pagassem para ficar com ele...

Enfim depois os outros é que são Maças Podres e que se comportam de forma errada.




Como é que um Homem feito, cheio de experiência e moral, pode pedir que um “miúdo” se comporte à “altura” quando esse mesmo homem, não se sabe comportar e dar o exemplo perante milhares de pessoas...? Enfim... É mais um cheio de Moral e de maus costumes...

E para terminar queria voltar a entrevista ao ionline.pt para perguntar que moral tem alguém que não tem profissionalismo na sua profissão, para poder criticar os outros...

Texto: R.A (BestOfFutebol)


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Hapoel vs Benfica 3-0 (Champions)

Imemorial, impensável, nunca antes visto. Não, não há ponta de exagero neste início de crónica. Jamais alguma equipa na Liga dos Campeões dominou tanto, teve tantos remates (24 contra 10), tamanha avalanche de cantos (21 contra 2) e... perdeu por 3-0. Aconteceu ao Benfica na visita à Terra Santa de Israel. Podíamos mesmo afirmar com alguma segurança que esta foi a segunda crucificação de Jesus neste território. Mas é mais sensato olhar para isto apenas como uma hipérbole.

Não há memória de coisa assim, insistimos. O Benfica foi derrotado por uma das equipas mais débeis que alguma vez teve o privilégio de participar na mais elitista competição europeia de clubes. E agora? Que explicações encontrar para tamanha decepção? É difícil descrever com rigor o que se passou no Estádio Bloomfield, de facto.

Bem distante vai aquele dia em que Jorge Jesus disse ser perfeitamente possível vencer em Lyon. Se nem em Telavive isso consegue... não há muito mais a fazer do que preparar com brio a despedida a esta bela prova. O Benfica não marcou em nenhum dos três jogos fora da Luz.


Depois de terem pedido desculpa aos adeptos no Estádio do Dragão, os jogadores e demais responsáveis bem podem repetir a dose. Esta derrota é INACEITÁVEL e o Benfica nem o terceiro lugar tem assegurado.

Três momentos ridículos para a Europa ver

Não adianta falar em justiça ou injustiça. Vamos aos factos. O Benfica mostrou muita mais qualidade, teve oportunidades de golo mais do que suficientes para marcar e sofreu dois golos em desconcentrações inaceitáveis na sequência de lances de bola parada. Sim, esta é a mesma equipa que no ano transacto se mostrava demolidora nesse capítulo de jogo. Agora, treme por todos os lados a defender e mostra-se patética no ataque.

1ª Parte do Jogo


Luisão teve o golo na cabeça e viu um defesa salvar em cima da linha; Kardec só podia finalizar bem um centro perfeito de Maxi Pereira e atirou ao lado; Carlos Martins obrigou Enyeama à defesa da noite, etc., etc. Se não fosse tão sério, até se podia dizer que os jogadores do Benfica conseguiram várias vezes fazer o impossível: não marcar um golo que fosse a este Hapoel, tão tenrinho, tão tenrinho, que chegou a meter dó.

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E depois, dó meteu também o Benfica nos golos sofridos. Primeiro num livre, à passagem do minuto 24, com Zahavi a saltar à sua vontade nas costas de Luisão e David Luiz, dois gigantes de altura e desconcentração; depois, aos 75 minutos, no primeiro canto que usufruiu (o Benfica já ia com mais de 20 aqui), o Hapoel fez o segundo e, para finalizar, um contra-ataque perfeito desferiu o golpe de ridicularia no orgulho encarnado.

Saviola sai ao intervalo. Porquê?

Falar em opções tácticas não faz grande sentido, pois o Benfica teria sempre a obrigação de ganhar este jogo. No entanto, a saída de Javier Saviola ao intervalo merece um sublinhado especial. Se não houve qualquer problema físico, torna-se incompreensível a substituição do argentino que, recorde-se, já ficara no banco no Dragão.

2ª Parte do Jogo:


Óscar Cardozo entrou para esse lugar, precisamente, mas mostrou o que seria de esperar após dois meses de ausência: falta de ritmo, falta de agressividade, falta de audácia, falta de confiança. Apenas mais um pormenor no horror do Benfica nesta que seria, segundo Jesus, a sua finalíssima.

Tudo demasiado mau, tudo em tons de pesadelo.

Afinal, o que sobra do campeão nacional 2009/10?

Jorge Jesus:
«Há situações que se formos explicar não parecem verdade: 20 cantos, 5/6 oportunidades, o Hapoel passou o nosso meio-campo três vezes e fez três golos, mas o que é certo é que fez. O Benfica arriscou, porque precisava ganhar, e foi arriscando, criando oportunidades atrás de oportunidades, como todos viram, não fomos compensados pelo carácter dos jogadores, fomos sim penalizados quando a equipa não merecia, em duas situações de bola parada, onde somos muitos fortes. Por ter de andar atrás do prejuízo, faltando 15 minutos para o fim, arrisquei um pouco mais com mais uma substituição, mas era o que tinha de fazer. E que posso dizer mais? Este jogo não tem muito para contar. O que se passou aqui dentro foi uma coisa e o resultado outra.»

[Sobre a eliminação prematura] «Acreditávamos que podíamos vencer. Ainda por cima, sabia que o Schalke 04 estava a ganhar, não havia outra possibilidade. Acho que merecíamos ter um pouco mais de sorte no jogo, fizemos tudo para virar o resultado, nunca tivemos um jogo com 20 cantos.»

[Sobre como motivar a equipa] «Temos objectivos ainda para conquistar. O grande objectivo era passar a fase de grupos, agora temos de defender a terceira posição. Queríamos ganhar hoje [quarta-feira] aqui para termos o último jogo, porque sabíamos que o Schalke 04 estava a ganhar, joguei sempre no limite do risco, perder por 1 ou por 2 era indiferente, sabendo que o Schalke 04 estava a ganhar. E tivemos muitas oportunidades.»



Aimar:
«Estamos num momento em que nada sai na frente da baliza. Tivemos muito mais posse que o adversário, jogámos melhor, mas somos julgados pelo resultado. Perdermos por três golos, com não sei quantas oportunidades, é incrível. Mas estamos num momento em que as coisas não saem.»

Javi Garcia:
«É uma pena, porque se acaba a Champions para nós. É um resultado enganador, tivemos oportunidades, domínio, mas o que conta são os golos. Não tivemos um dia eficaz, mas a equipa teve oportunidades, criou, jogou bem e temos pena de não ter finalizado.»



Roberto:
«Fizemos muitas coisas bem para podermos ganhar. Já conhecíamos esta equipa, não havia lugar para surpresas. Desperdiçámos várias oportunidades, faltou-nos um bocadinho de sorte. Vamos pensar no jogo que falta, tentar ganhar ao Schalke 04 e depois fazer as contas.»

[Motivação] «Temos de continuar a ter motivação, vamos lutar até ao final, aconteça o que acontecer, é essa a nossa mentalidade.»

Opinião de Adeptos:


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Texto: maisfutebol

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terça-feira, 23 de novembro de 2010 | 2 comentários | By: BestOfFutebol

Braga vs Arsenal 2-0

O sonho continua.

Assim mesmo, orgulhosamente isolada, a notícia mais relevante da noite merece um parágrafo só para ela. Num esforço heróico, a formação de Domingos garantiu uma vitória arrancada a ferros, mas muito elogiável, sobre o Arsenal, e com isso adiou para a última jornada a decisão do apuramento no Grupo H.

É verdade que o sonho continua a ser utópico: é necessário vencer em Donnestk por quatro golos de diferença ou então conseguir um resultado superior ao Arsenal (que recebe o frágil Partizan). Mas utópico ou não, o sonho continua. Matematicamente é possível. E esta capacidade bracarense em resistir é notável.

No fundo obriga-nos a um agradecimento particular, e a um acto de contrição. Aconteça o que acontecer em Donnetsk, há uma certeza: a carreira do Braga não envergonha ninguém. Não envergonha o clube, não envergonha a cidade e não envergonha o país. Quantos se atreviam a dizer isso após o jogo de Londres?


Naturalmente o estádio saiu em festa com o triunfo sobre um gigante, que esta noite foi menos grande. Dois golos nos dez minutos finais viraram as bancadas do avesso, elas que não se coibiram de assobiar uma mão-cheia de vezes. É natural: o Braga tinha tudo a perder e não parecia capaz de conseguir ganhar.

A primeira parte e boa metade da segunda foram aliás penosas. Muita precipitação da equipa de Domingos, passes falhados, uma dificuldade óbvia em criar situações de golo. Um cabeceamento de Moisés aos oito minutos e um remate de Luis Aguiar aos 61 minutos tinham sido os únicos gritos de revolta até então.

Depois entrou Elton e com ele mudou o jogo. O brasileiro que chegou como grande contratação, e que nunca justificou as expectativas criadas, fez uma abertura de trinta metros que isolou Matheus, o compatriota correu como um louco e à saída de Fabianski atirou para o primeiro golo. Num instante, tudo mudou.


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A partir daí instalou-se a festa no estádio, o Arsenal veio para a frente mas sem criar perigo, e confirmou-se o heroísmo da noite bracarense no segundo golo. Outra vez obra de Matheus: correu novamente como um louco, fintou um, fintou dois e atirou ao ângulo. O jogo não podia ter melhor fim: golaço!

Pouco antes, curiosamente, Rodriguez tinha feito penalty sobre Vela que o árbitro não assinalou. A história linda do Sp. Braga também se escreve por linhas travessas. O que não tira brilho à capacidade de resistência bracarense. Porque é disso mesmo que tudo isto se trata: uma enorme capacidade de resistência, o que leva o Arsenal para a última jornada obrigado a ganhar.

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Domingos Paciência:
«Temos de acreditar. Pode acontecer que cheguem ao final três equipas com 12 pontos. Sabemos que a tarefa não é fácil, mas há que acreditar. O nosso jogo com o Shakthar, aqui, e o facto de o Arsenal não ter ganho lá, pode acabar por ser a decisão deste grupo. Mas enquanto houver possibilidade vamos tentar e vamos à Ucrânia para ganhar.»

«Este é uma vitória muito importante. É histórico neste clube ganhar ao Arsenal e agradeço aos adeptos a forma como nos apoiaram. Vamos tentar tirar o máximo partido deste jogo. Não foi um jogo fácil, contra uma grande equipa e por isso a nossa abordagem foi anular o jogo do Arsenal e aproveitar uma eventual desorganização da parte deles. Fomos eficazes, aproveitamos os momentos que tivemos. Os meus jogadores foram inexcedíveis e mereceram este triunfo.»

«Penso que os adeptos e a equipa mereciam isto. Foi uma noite diferente de todas as outras, não temos tido uma pontinha de sorte no campeonato, entre os muitos problemas. Mas sinto e acredito que esta equipa tem valor e carácter e vai mostrar isso já no jogo com o Nacional aqui em casa. Vamos acreditar até à última, sabemos que temos um jogo difícil com o Shakhtar. Mas da mesma forma eles nos fizeram três golos aqui, também podemos fazer lá.»

Sobre o lance do penalty para o Arsenal: «Antes existe fora-de-jogo. Por isso, se há penalty, a jogada deveria ser cortada antes.»


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Matheus:
«O meu futuro está em suspenso. Agora só penso no Sp. Braga, o que vier depois será lucro. Naturalmente que espero por propostas, mas tanto do Sp. Braga como de qualquer outro clube. Se a Europa está de olho em mim? Todo a gente sabe que quando se faz um bom trabalho, os outros vêem. Mas é como digo, nesta altura estou só preocupado com o Sp. Braga e em ajudar o Sp. Braga. O futuro logo se verá.»

Alan:
«Foi uma vitória história do Sp. Braga, uma vitória importante sobre uma das melhores equipas do mundo. Estamos todos de parabéns. Vamos agora descansar para depois pensarmos no jogo em Donnestk. Queremos ganhar lá e vamos pensar antes de mais em ganhar o nosso jogo, depois vemos o resto.

Se fiquei surpreendido com os dois golos do Matheus? Não me surpreende nada a forma do Matheus. É um excelente jogador, já o provou em outros jogos e está de parabéns. Não só ele, aliás: toda a equipa está de parabéns. Na Liga estamos com algum azar, mas vamos tentar ultrapassar esta fase menos boa.»


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Moíses:
«A equipa teve uma postura completamente diferente do que tinha feito nos últimos jogos. Hoje o sistema defensivo esteve bem, a equipa defendeu em bloco, começou a defender na frente e assim fica mais fácil. O sistema defensivo do Sp. Braga não é o melhor do mundo, mas também não é tão ruim como se fala.»

«Tudo pode acontecer na última jornada. Enquanto pudermos acreditar, vamos acreditar. Vamos fazer o nosso trabalho na Ucrânia com confiança, com os ouvidos em Londres. Primeiro vamos tentar cumprir a nossa parte, e no final esperar que tudo esteja como deve ser para a nossa passagem para a próxima fase.»

«Fui abordado no começo na época e o que posso dizer é que estou feliz aqui em Braga e que tenho feito o meu trabalho bem feito. Pode falar-se que não quero renovar, mas não é verdade. O que eu quero é que nos sentemos para conversar. Sempre trabalhei dessa forma e não é agora que vai ser diferente.»


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Antevisão: Hapoel vs Benfica (Champions)

O treinador do Benfica, Jorge Jesus, anteviu o jogo desta quarta-feira frente ao Hapoel Tel-Aviv. Em conferência de imprensa, o técnico campeão nacional referiu a importância de vencer este jogo.

“Este jogo é muito importante para os nossos objectivos. Sabemos que o nosso apuramento passa por este jogo, por isso, temos de estar a um nível forte”, afirmou Jorge Jesus.

Em comparação com os restantes adversários do grupo, Jorge Jesus falou numa partida diferente: “É um jogo diferente dos jogos com o Lyon e com o Schalke 04. Sabemos que o nosso adversário vai entrar com um ritmo alto nos primeiros 30 minutos e cabe-nos contrariar isso.”




Em relação ao onze titular que o Benfica vai apresentar em Israel, o treinador revelou que não vai alterar quase nada. “Será o esquema em que o Benfica joga 90 por cento das vezes.”

O encontro Hapoel Tel-Aviv – Benfica tem início marcado para as 19h45 desta quarta-feira, no Bloomfield Stadium. A partida é referente à 5.ª jornada do Grupo B da Liga dos Campeões.

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segunda-feira, 22 de novembro de 2010 | 0 comentários | By: BestOfFutebol

Antevisão: Braga vs Arsenal (Champions)

A Liga dos Campeões está em fase de decisões e a quinta ronda pode pôr várias equipas na companhia de Real Madrid, Chelsea e Bayern Munique, os primeiros apurados. No que diz respeito aos portugueses, nem Benfica nem Sp. Braga poderão festejar já.

O Sp. Braga já tem o terceiro lugar assegurado, mas luta pelo segundo. E só deixará de lutar se fizer pior com o Arsenal do que o Shakhtar em Belgrado. O cenário ideal seria uma vitória sobre os ingleses, mas um empate pode servir, se o Shakhtar perder.

Domingos Paciência
já fez história no Sp. Braga, mas está longe de estar satisfeito. O treinador dos minhotos, responsável pelo inédito apuramento para a fase de grupos da Liga dos Campeões quer ver a equipa subir mais um degrau e chegar aos oitavos-de-final. Pela frente há um monstro chamado Arsenal que não mete medo mas obrigará os bracarenses a mostrarem muito respeito.

«É um jogo diferente de todos os outros. É a primeira vez que o Sp. Braga vai receber o Arsenal e é uma oportunidade única na história do clube e destes jogadores. Temos de aproveitar esta oportunidade da melhor forma e temos de tentar ganhar. Do outro lado está uma equipa que toda a gente sabe o potencial que tem. Esperemos que sejamos felizes e consigamos um resultado para a história deste clube, porque os adeptos ficariam muito contentes», afirmou Domingos, na conferência de imprensa de antevisão do encontro.

O treinador do Sp. Braga frisou que o «objectivo mínimo» já está conseguido, com o apuramento para a Liga Europa. Mas a missão da equipa não terminou: «Há mais dois jogos para disputar, mais seis pontos, vamos acreditar que é possível. Passa muito pelo jogo de amanhã. Desde o início que se previa que o Arsenal seria o favorito, mas ainda não têm a passagem garantida. Se nos dão 90 minutos para disputar e se podemos pensar em ganhar, essa possibilidade tem de estar aqui amanhã.»


As contas são simples: o Sp. Braga está a três pontos de Arsenal e Shakhtar. Mesmo que não vença amanhã, pode não ser o adeus definitivo ao sonho do apuramento. Para isso será preciso que o Partizan vença o Shakhtar.

«Não podemos pensar assim. Se o Arsenal tivesse ganho, estávamos a fazer outras contas. Contávamos com o Arsenal, amanhã esperamos poder contar com o Partizan, mas, acima de tudo, vamos tentar fazer a nossa parte», reforçou.

Para tentar conseguir um «feito único na história do clube», Domingos quer uma equipa «muito rigorosa» e «agressiva», lembrando, depois, que há um factor extra que, por vezes, faz a diferença: «Tem-nos faltado um pouco de sorte esta época. Estou-me a lembrar, por exemplo, do jogo com o Shakthat em que jogamos muito bem e deitamos tudo a perder em 15 minutos. Temos de ser uma grande equipa e esperemos que a sorte também apareça amanhã.»




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Wenger: «Não nos sentimos superiores ao Sp. Braga»

Respeito, mas, acima de tudo confiança na passagem à próxima fase. É este o estado de espírito que Arsene Wenger garante estar presente na equipa do Arsenal que esta terça-feira entrará em campo para medir forças com o Sp. Braga, em jogo da 5ª jornada da Liga dos Campeões.

«Vamos tentar ganhar pela primeira vez em Portugal. É uma oportunidade única para conseguirmos uma qualificação imediata. Vimos para nos qualificar. Vamos tentar ganhar, mas o Sp. Braga é uma boa equipa e tem feito uma boa performance», sublinhou o treinador do Arsenal, na conferência de imprensa de antevisão do encontro.

O resultado da primeira volta, quando o Arsenal esmagou os minhotos no Emirates, por 6-0, é apenas uma recordação bonita, garante Wenger, que frisa que a equipa respeita muito o Sp. Braga.

«Naquele dia fizemos um grande jogo, conseguimos um resultado muito desnivelado, mas temos de esquecer isso. Aconteceu tudo muito rápido, em circunstâncias especiais. Amanhã é um novo jogo e temos mais uma oportunidade de ganhar. Não nos sentimos, de maneira nenhuma, superiores ao Sp. Braga, mas estamos aqui para ganhar», assumiu.

Arsene Wenger disse, ainda, que, «neste momento», Arsenal e Shakhtar têm mais hipóteses de seguir em frente, o que não quer dizer que esteja tudo decidido: «Não está acabado para o Sp. Braga. Nós estamos numa boa posição porque ainda temos o jogo com o Partizan.»

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O peruano Alberto Rodríguez acredita que o Sp. Braga pode dar, esta terça-feira, um passo decisivo rumo aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões. De poucas palavras, mas de convicções definidas, o central deu a voz pelo grupo, na antecâmara do embate com o Arsenal, decisivo para o futuro do Sp. Braga nas competições europeias.

«O grupo está bem e só pensa no jogo de amanhã, para tentar ganhar. Penso que vamos ter um Sp. Braga diferente do que jogou em Londres. É uma situação diferente, sabemos que, se queremos continuar em prova, temos de ganhar amanhã. Não adianta pensar no Arsenal, temos de pensar naquilo que nós vamos fazer, no nosso futebol», sublinhou.

Ciente de que vai ser um jogo «muito complicado», Rodríguez garantiu que os jogadores só pensam em vencer, até porque é «um jogo importante para a história do clube e para todos os jogadores».

«Estamos com confiança para ganhar o jogo. Estamos em casa, perante o nosso público, mas temos de os respeitar. Mais do que para mim, era muito importante para o grupo vencer amanhã [terça-feira]», resumiu.

Denilson: «O Braga pode complicar-nos a vida»

A mensagem é comum no seio do Arsenal: a equipa sabe que só depende de si para chegar já esta terça-feira aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, acredita que é possível, mas desconfia do Sp. Braga. Denilson, médio dos londrinos, é mais um a alinhar por esse discurso.

«É verdade que lá ganhamos por 6-0, mas este é um jogo diferente e é importante. Temos de respeitar o Sp. Braga, porque eles têm jogadores muito bons, portugueses e brasileiros. Têm qualidade na equipa. Acho que eles podem complicar-nos a vida, mas estamos fortes para ganhar, até porque perdemos no último jogo e queremos dar outra imagem», afirmou o brasileiro.

O jogo com o Tottenham, de resto, centra ainda parte das atenções dos ingleses. Denilson não escondeu a mágoa pela derrota. «Queríamos vencer, era um derby. Perdemos, mas a equipa não deixa de ter qualidade e não podemos parar por aqui. Temos colocar nas quatro linhas a qualidade que temos», vincou.

Numa equipa com muitos e bons valores do futebol mundial, Denilson vê com bons olhos a concorrência que tem de enfrentar para ter lugar num meio-campo com muitas opções. «É uma competição sadia. O nosso treinador dá oportunidades a todos e não é à toda que a nossa equipa é uma das melhores do mundo e uma das mais jovens. Temos grandes jogadores jovens, como o Diaby ou o Wilshere. E o Fabregas, por exemplo, chegou cá com 16 anos e hoje é o capitão de equipa. Há muita qualidade no Arsenal», afirmou.



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Grupos Taça da Liga


A fase final da Taça da Liga terá um Sp. Braga-V. Guimarães logo a abrir, segundo ditou o sorteio realizado nesta segunda-feira.

O F.C. Porto calhou no Grupo A, com Nacional, Beira Mar e Gil Vicente, enquanto o Benfica, detentor do troféu, terá pela frente Marítimo, Olhanense e D. Aves. No Grupo C estão Sp. Braga, V. Guimarães, P. Ferreira e Arouca, no Grupo D Sporting, Naval, Penafiel e Estoril.

Os encontros começam a disputar-se a 2 de Janeiro, sendo que o primeiro confronto coloca o primeiro de cada grupo frente ao segundo. Teremos, portanto, um Sp. Braga-V. Guimarães logo a abrir. As quatro primeiras equipas de cada grupo jogam dois encontros em casa e um fora.

Confira os grupos

Grupo A

F.C. Porto
Nacional
Beira Mar
Gil Vicente

Grupo B


Benfica
Marítimo
Olhanense
D. Aves

Grupo C

Sp. Braga
V. Guimarães
P. Ferreira
Arouca

Grupo D

Sporting
Naval
Penafiel
Estoril

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domingo, 21 de novembro de 2010 | 0 comentários | By: BestOfFutebol

Sporting vs Paços Ferreira 1-0 (Taça Portugal)

Apuramento garantido, mas com muita matéria a rever antes do Clássico com o F.C. Porto. O Sporting derrubou o Paços de Ferreira com um pontapé feliz de Yannick, à beira do intervalo, mas fez uma exibição pouco ou nada entusiasmante.

Paulo Sérgio deu um passo em falso no processo de crescimento da equipa, ao prescindir de um esquema que tinha proporcionado um triunfo importante em Coimbra. Postiga e Valdés, as figuras da equipa nas últimas semanas, foram os principais prejudicados. Isto para além dos 8.742 espectadores que assistiram a um pobre espectáculo.

Liedson regressou às opções e Paulo Sérgio não hesitou em fazê-lo entrar directamente no «onze», ainda que para tal tenha alterado o esquema táctico. Com Yannick e Valdés nas alas (e Pedro Mendes de regresso à titularidade), o treinador do Sporting formou um 4x4x2 tradicional, que sentiu muitas dificuldades para iludir a organização defensiva do Paços de Ferreira.

A defesa visitante distraiu-se logo nos instantes iniciais, quando Postiga apareceu ao segundo poste e falhou o cabeceamento (5m), mas só acabaria por ceder nos descontos da etapa inicial. Pelo meio ainda houve um remate de André Santos à barra (36m), mas aí o mérito vai todo para o fantástico pontapé do jovem médio leonino. Paulo Sérgio já devia estar a memorizar todos os reparos a fazer aos seus jogadores, ao intervalo, quando Yannick Djaló lhe proporcionou uma palestra bem mais tranquila. Numa das poucas jogadas em que o ataque do Sporting conseguiu criar desequilíbrios, o camisola 20 leonino apareceu em posição frontal e rematou de pé esquerdo, beneficiando de um ressalto em Samuel, que traiu Cássio.


Mais folgado, mas com a mesma dinâmica do primeiro tempo (ou a falta dela), o Sporting permitiu que o Paços de Ferreira discutisse o apuramento até ao fim. Com Liedson, Postiga e Valdés ofuscados, a equipa leonina foi recuando no terreno. Tivesse a equipa pacense outro poder ofensivo, e a passividade leonina podia ter trazido outras consequências. A equipa de Rui Vitória foi-se aproximando cada vez mais da baliza de Rui Patrício, à medida que o relógio avançava, mas revelou pouco discernimento no último terço do campo.

Ainda assim esteve nos pés de Maykon o prolongamento, mas o brasileiro, já em período de descontos, atirou à malha lateral, após ter aparecido completamente solto na área.

Paulo Sérgio:
«Fizemos uma boa primeira parte, em função das dificuldades criadas pelo adversário. A equipa foi paciente, e circulou bem a bola, embora o devia ter feito mais rápido. Conseguimos criar três ou quatro boas situações, sem que a nossa baliza tivesse corrido perigo. Na segunda parte faltou alguma chama, alguma alegria. Entendo que o Paços de ferreira tenha tentado reagir, mas a equipa esteve sempre bem posicionada. Soubemos gerir o jogo, mas não fomos agressivos a sair para o ataque. O Paços, na única vez em que vai com perigo à nossa baliza, é no último segundo do jogo. Podia ter levado o jogo para prolongamento, na sequência de uma perda de bola nossa, quando podíamos ter sentenciado o jogo. Não foi um grande jogo, mas o Sporting fez aquilo que tinha a fazer nesta altura: vencer os jogos.»



Rui Vitoria:
«O que faltou? Faltou um golo. Na primeira parte tivemos a preocupação de anular alguns espaços vitais no ataque do Sporting, controlar algumas zonas fortes. Conseguimo-lo, até ao minuto 46, fruto de alguma instabilidade gerada pela lesão de um jogador nosso e o consequente desacerto posicional. É um momento determinante. Tivemos uma reacção muito boa na segunda parte. A sorte que não tivemos no último minuto da primeira parte, não a tivemos no último minuto do jogo. Merecíamos mais, pois tivemos uma postura sempre positiva. Encarámos o adversário sem receio. A nossa equipa merecia mais qualquer coisa, mas infelizmente não conseguimos. Estou satisfeitíssimo com a prestação, mas não com o resultado. É o dia-a-dia do futebol.»





Texto:
maisfutebol

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