terça-feira, 18 de janeiro de 2011 | 1 comentários | By: BestOfFutebol

Antevisão: Porto vs Beira Mar (Taça Liga)

O FC Porto aposta em todas as competições em que participa e a Taça da Liga não é excepção. Otamendi quer, portanto, vencer o Beira-Mar e manter-se na luta por um lugar nas meias-finais. O central sabe que é importante conseguir um bom resultado e destaca a mentalidade ganhadora do grupo.

O internacional argentino abordou o encontro frente aos aveirenses (referente à 2.ª jornada do Grupo A) esta terça-feira, em superflash realizada no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival.

A partida realiza-se já esta quarta-feira, às 20h45, no Estádio do Dragão.

Seguir com uma mentalidade ganhadora
«É importante conseguir um bom resultado. Temos duas partidas por disputar e há que seguir com uma mentalidade ganhadora. Queremos conquistar a vitória.»

Respeito por todos os adversários
«Respeitamos todas as equipas que jogam contra o FC Porto. Como disse anteriormente, esperamos conseguir um triunfo, sabendo, no entanto, que o adversário merece o nosso respeito. Oxalá marquemos cedo, de modo a podermos dominar a partida durante os 90 minutos.»

Golos de Falcao são bem-vindos
«Um jogador como o Falcao é importante tê-lo sempre bem e na melhor forma. A decisão de colocá-lo a jogar é da competência do mister; a verdade é que veio de uma lesão e marcou logo e estou certo de que pode continuar a fazer golos e a ajudar-nos.»

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Resultados positivos dão confiança
«É um momento importante para o grupo e para mim. Os resultados positivos dão confiança e esperamos prosseguir nesse caminho, com uma mentalidade ganhadora e conseguindo vitórias.»



Ser bem sucedidos a cada desafio
«O FC Porto quer vencer todas as competições em que participa; por isso mesmo, procuramos ser bem sucedidos a cada desafio. A Taça da Liga também é importante e vamos tentar seguir em frente, sabendo, contudo, que não dependemos apenas de nós.»

Que o melhor jogador seja do FC Porto
«Qualquer jogador do FC Porto pode ser o melhor da época. O Hulk atravessa um bom momento, tal como o Falcao, e trataremos de que no final o melhor seja do FC Porto.»

Concorrência saudável no plantel
«Existe muita concorrência saudável no plantel. Há muitos jogadores que acalentam a expectativa de jogar; o grupo é grande e não será fácil para o treinador decidir, partida após partida, em quem apostar. Todos temos de procurar melhorar dia após dia, semana após semana, para ter uma oportunidade. Pessoalmente, trabalho nesse sentido: na expectativa de dar seguimento às oportunidades e continuar a jogar.»

Ambos os jogos são relevantes
«Os dois jogos contra o Beira-Mar [para a Taça da Liga, esta quarta-feira, e para o campeonato, no próximo sábado] são importantes. Como disse, o fundamental é conseguirmos permanecer no caminho das vitórias.»


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De novo as lesões...

Radamel Falcao saiu lesionado da recepção à Naval 1º de Maio. O avançado colombiano regressou à competição e apontou um dos golos na vitória do F.C. Porto (1-0), acabando a partida com uma forte contusão no joelho esquerdo.

O melhor artilheiro do FC Porto está novamente no estaleiro, tinha acabado de regressar no jogo contra a Naval de uma longa paragens e voltou-se a lesionar, algo que se fosse inédito, passava despercebido, mas como tem sido um aspecto recorrente, é algo que volto a referir, deveria obrigatoriamente que ser revisto pelos responsáveis do clube.

Um Clube de topo como é o FC Porto, não pode ter um departamento médico, ou um preparador físico, que permita estas consecutivas lesões, nenhuma equipa resiste a tantas lesões... Eu relembro que tivemos 27 lesões no ano passado e que este ano já caminhamos para o mesmo numero.

Eu sinceramente não sei, se é azar, ou se é falta de competência do departamento do FC Porto, mas a verdade é que desde o ano passado, as lesões são um assunto recorrente na equipa do FC Porto, e como escrevi no artigo Reflexão Portista estas constantes lesões, além de prejudicarem o rendimento físico dos jogadores, prejudicam também o aspecto psicológico e anímico da própria equipa.



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Tiago renuncia à Selecção Nacional

O médio de 29 anos ao serviço do Atlético de Madrid, Tiago, renunciou hoje à Selecção Nacional. Numa carta enviada ao presidente da FPF, Gilberto Madaíl, o jogador de 29 anos dá conta da decisão de abandonar a Selecção Nacional e apresenta as suas justificações.

Aqui está um assunto que não compreendo, se em outros casos ia entendendo os motivos, ora por idade, ora por hipotéticos problemas com o treinador, no caso do Tiago não consigo entender os motivos que o levaram a ter esta atitude.

Na minha opinião pessoal, tirando o ultimo ano que esteve no Benfica, nunca foi um grande jogador, ou melhor nunca foi um jogador que me enchesse as medidas, mas a verdade é que era uma figura que ultimamente tinha estado sempre ligada à selecção Nacional...

O que me parece pelas declarações é que o próprio Tiago, admite não ter qualidades futebolísticas suficientes para representar uma selecção como a nossa, porque razões pessoais é o que todos dizem, e é a praxe dizer-se, agora quando diz que entende ter-se encerrado um ciclo, fico sem entender! Que ciclo?



«Faço-o por razões pessoais, mas também por entender que se encerrou um ciclo na minha contribuição à Selecção, ao mesmo tempo que considero ter chegado o momento de dar oportunidade a que novos valores do futebol português tenham o seu espaço, tal como eu próprio tive há oito anos», explicou o jogador.

«Foi um orgulho e uma honra representar a equipa portuguesa em todos os seus escalões. O dia 20 de Novembro de 2002, porém, marcou o início da minha participação na Selecção A e esse é um momento que jamais poderei esquecer, pelo supremo orgulho que tal representou para mim. 58 internacionalizações e três golos depois, chegou o momento de colocar um ponto final nesta fantástica vivência. Na hora da despedida quero deixar a certeza de que vestirei a camisola de fervoroso adepto da equipa portuguesa e que continuarei a torcer, a vibrar e a sofrer com o seleccionador Paulo Bento e com todos os amigos que aí deixo».

Tiago representou a Selecção A por 58 ocasiões, somando 86 internacionalizações em todos os escalões.


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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011 | 2 comentários | By: BestOfFutebol

Nota Pessoal: Hugo Pinto

Caros Leitores e amigos do BestOfFutebol:

Durante algum tempo e sem aviso prévio vi-me obrigado a terminar as minhas crónicas
e a minha ajuda para o desenvolvimento do Best.

Foi com profunda tristeza que o fiz, os motivos pessoais e tudo o que os envolve
obrigaram a que fizesse parar algumas coisas que me dão prazer e dar importância
àquilo que é mais importante que tudo: A família!

Em certa parte fiquei descansado porque sei que o BestOfFutebol não pára, muito em parte ao
trabalho fantástico que o criador do blog fez e faz, sendo que também a ele tenho de
agradecer a oportunidade de pertencer de alguma forma a esta equipa fantástica e a
todo este Universo de comunicação “Escritor-Leitor”.

Quero agradecer também a todas as pessoas que dedicam um pouco do seu tempo a
ler aquilo que escrevo, é a vocês leitores e a todo o vosso feedback, que devo também
o facto de continuar a fazer algo que gosto profundamente: Falar de Futebol!

Dito isto, as minhas crónicas não vão parar, irei provavelmente continuar com alguns
dos projectos que iniciei aqui juntamente com o autor do Blog e tentar trazer mais e
melhores conteúdos para que possa dar o meu contributo para que o Best seja cada
vez o seu site de eleição.

Queria finalizar este curto Post dizendo que não percam o vídeo do século, que sairá
em breve e que irá pôr a nú toda a verdade (ou falta dela) que reinou no passado ano
do nosso campeonato, é importante que o vejam, que divulguem, só vocês poderão
fazer com que ele chegue ao maior número de pessoas possível, vocês têm a força
de poder mostrar, através de imagens reais, a verdade que alguns não conseguem
perceber nem atingir.

Fico à vossa inteira disposição para qualquer outro assunto, Sejam Felizes!

HaVe a NiCe DaY!
Hugo Pinto


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Benfica Sempre - 7ª Edição


Saudações Benfiquistas

Perante a teimosia do Futebol Clube do Porto em não desarmar na sua corrida para o título nacional, o Benfica começa, cada vez mais a ver-se obrigado a brilhar noutras competições para amenizar a sempre dolorosa entrega das faixas aos rivais do Norte.

Para isso o Benfica teria que vencer o Olhanense num jogo a contar para a Taça de Portugal, teria e venceu, com cinco golos sem resposta as Águias impuseram o seu domínio numa competição que parece ser preponderante para que esta temporada não seja como muitas no passado (para esquecer).

Com um Olhanense órfão de Jardel, que de goleador só tem mesmo o nome, o Benfica cada vez mais sul-americano inaugurou o marcador aos 21 minutos por Saviola, tendo Salvio aumentado a vantagem aos 27 e Cardozo com uma chapelada fixou o fim da primeira parte com um 3-0 animador.

Com a segunda parte chegaram mais dois golos, primeiro por Luisão e já a fechar a partida por Cardozo. De referir a enorme subida de rendimento de Saviola, que a par de Salvio têm se mostrado como os principais dinamizadores do ataque do Benfica nestes últimos jogos.

Após o jogo da Taça os encarnados deslocaram-se ao difícil terreno da Académica a fim de disputar aquele que seria o primeiro encontro da segunda volta. Num jogo algo estranho, o Benfica marcou o único golo da partida num livre de Cardozo, que ao bater em Saviola que se encontrava em fora-de-jogo, enganou Peiser colocando assim o placar em 0-1.

Depois veio a expulsão de Sow, um penalty não assinalado por mão na área da Académica e já no final do jogo a expulsão por acumulação de amarelos de Coentrão. Importa frisar que apesar de estar a jogar com 10, a Académica sempre se mostrou uma equipa mordaz, criando diversas dificuldades aos encarnados.



Com esta vitória o Benfica segue isolado em segundo lugar, a oito pontos do líder F.C.P, aumentando a distância para o terceiro lugar em oito pontos, o que os coloca numa posição privilegiada para o acesso à Liga dos Campeões da próxima época.

Tanto se falou em Jardel que vinha, era para vir e depois não veio, que ao fim de alguns anos o actual presidente Luís Felipe Vieira, quis dar uma prenda a todos os benfiquistas (se o Sporting e o Porto tiveram o Jardel, a gente também vai comprar um), no dia do jogo da Taça frente ao Olhanense, olhando com atenção para a formação da equipa de Olhão pressente-se a falta da central Jardel. Numa jogada astuta, Vieira conseguiu trazer um Jardel para o Benfica, pena não ser o saudoso matador.

Eu como confesso adepto Benfiquista achei uma tremenda palermice (chamo palermice, porque não posso usar palavrões) a contratação de mais um central, com David Luís, Luisão, Sidnei, Roderick, Miguel Vítor, mais Fábio Faria, que chegou esta época, qual é a necessidade de contratar mais um, tendo em conta que a maioria deles não conseguem arranjar espaço para se mostrar no plantel, acabando depois por serem emprestados, como foi o caso de Miguel Vítor e agora de Fábio Faria.

Depois como acabam de passar da idade de serem considerados como futuras esperanças, são vendidos por uma bagatela ou dispensados, é mais do mesmo.

Numa nota final quero dar conta da rescisão do contrato por parte do Presidente do Sporting, mantendo a esperança de que o Sporting se irá reerguer, pois em Portugal precisamos de equipas fortes para mostrar por essa Europa fora, que Portugal não é só Mourinho e Cristiano Ronaldo.

Jogador da Semana:

Manuel Galrinho Bento
Manuel Bento, nascido em 1948 na Golegã, foi um guarda-redes português que actuou entre 1966 a 1992. Bento iniciou a sua carreira no Clube Atlético Riachense , passando depois pelo FC Barreirense , até que em 1972 foi transferido para o Benfica, clube que representou até 1992, contabilizando no clube das Águias 636 jogos e 447 golos sofridos.

Pela Selecção actuou 63 vezes tendo se estreado a 16 de Outubro de 1976 num jogo frente à Polónia a contar para a qualificação do Mundial de 1978.
Conta no seu currículo com 8 Campeonatos Nacionais, 2 Taças de Portugal, 2 Super taças Cândido de Oliveira - 1979/80 e 1984/85, 1 Taça Ibérica - 1983/84 e 1Titulo Futebolista Português do Ano – 1977.



Num jogo contra o Sporting numa quezília com Manuel Fernandes, Bento recorda:” roçou com as pitons da bota na minha cabeça. Levantei-me normalmente e encostei o cotovelo na cara dele, que fez o seu papel atirando-se para o chão". "No dia a seguir ao jogo, fomos almoçar juntos e sanámos tudo o que se havia passado".
Terminou a sua carreira de futebolista em 1992 aos 44 anos, passando a ser treinador de guarda-redes no Benfica, depois passou como Treinador principal pelo Leça, União de Coimbra e pelo Amora, até que regressou à luz para trabalhar com as camadas jovens.

Veio posteriormente a falecer em 1 de Março de 2007 vítima de um enfarte fulminante, tinha então 58 anos.

Boa semana e bem aja a todos.
Pedro Pereira




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A falta de carácter continua...

Depois de uma noite atribulada com gripe, recebi hoje de manha uma mensagem a dizer-me que o Benfica depois do jogo foi criticar a SportTv. Eu sinceramente pensei que estavam a brincar, porque era preciso não se ter vergonha nenhuma na cara, para depois de um jogo destes se criticar o SportTv, ou o que quer que seja, o único a ser criticado era o arbitro. Mas não é que depois foi confirmar e era mesmo verdade...

Eu podia estar aqui a escrever novamente tudo o que penso sobre este assunto, mas penso que já todos conhecem o que penso e o que já escrevi sobre estas mensagem Manada...

Por isso vou apenas deixar aqui o vídeo para poderem ver ao ponto em que chegamos, é preciso não se ter carácter nenhum e ser-se um valente energumeno, para se dizer isto depois da roubalheira que se passaram dentro do campo...

Desnorte da Manada 1
Desnorte da Manada 2
Cortinas de Fumo para a Manada

Mas é engraçado vermos como os vermelhos este ano ameaçam tudo e todos, quem não sabe negociar dentro dos moldes normais, tem estas atitudes, mas quem é que eles pensam que são? Um clube moribundo que sempre que é prejudicado faz um barulho que quase que para o País, e quando são eles os beneficiados mudam o assunto e falam dos outros...



Mas que comunicação Social temos nós que não falam disto? Que não expõem estas situações? Sabem o que penso? Que todos deveríamos enviar um email para alguns órgãos de C.S. a perguntarmos para que é que eles servem... Se são apenas paus mandados dos vermelhos, daquele clube que não tem poder nenhum...

Falar é fácil... Agora os factos mostram quem controla tudo, quem diz o que quer e nunca é questionado, quem faz o que quer sem nada lhes acontecer... Enfim a vergonha continua... E os vermelhos continuam a dizer barbaridades, sem que ninguém lhes pergunte, como foi possivel se transformarem nessa corja...

Gostava de os ver a comentar mais este lance... Mas lá está quando vencem é sinal de Verdade, quando perdem é porque não houve Verdade e por isso toca a fazer barulho...



Nunca mais chega o dia 28 :)



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domingo, 16 de janeiro de 2011 | 5 comentários | By: BestOfFutebol

Academica - Benfica: 1-0

A vitória encarnada pintou-se com cores graves e uma Mancha enorme. Será o triunfo da capacidade de sofrimento, dirá Jorge Jesus. Talvez. Fica, para a história, uma arbitragem fraquíssima e uma Briosa do tamanho do Mundo. O Benfica foi perdulário e ganhou pela margem mínima. Suficiente, apenas.

A Académica entrou em campo com protestos pelo Metro do Mondego. Causa nobre, desde logo associada a outro protesto, com meros 19 minutos de jogo. Desta vez, contra um metro de Saviola, a medida estimada do fora-de-jogo no primeiro golo encarnado.

As contas são feitas por alto, mas não restam a mínima percentagem de dúvida, quanto à posição do Conejo no momento do remate de Cardozo. Bola parada, auxiliar no enquadramento do lance, erro gravíssimo e incompreensível.

A bola disparada pelo Tacuara desviou no corpo do argentino (parece braço, mas involuntário) e entrou. Sexto jogo consecutivo de Saviola a marcar! Não fosse a indesejada intromissão de Elmano Santos nos momentos decisivos, reclamaria maior protagonismo.

Até aqui, assistira-se a um duelo interessante. O Benfica comprovava o bom momento com uma entrada forte, um futebol alegre e ofensivo. A Briosa depositava todas as esperanças num belo trio de ataque, procurando disfarçar a disparidade de qualidade na comparação com os restantes sectores.

A meio-campo, nada. Airton parecia ter engatado uma mudança mais baixa, em relação aos seus companheiros. Diogo Melo e Bischoff faziam ainda pior, cavando igualmente um fosso para a respectiva defesa. Ou seja, quatro para quatro quando o Benfica atacava, três para três ou quatro nas respostas estudantis.

1ª Parte:


A chave do encontro seria esta, pensou-se. Mas Elmano Santos estragou a festa, uma vez mais. Vítor Pereira vê um jogo mau a cada fim-de-semana. Entre Alvalade e Coimbra, 24 horas apenas, vimos duas. Péssimas.

A equipa de arbitragem, num jogo com vários condimentos de real interesse, entrou numa espiral de erros e não conseguiu evitar a tal sensação de compensação. Fábio Coentrão, por exemplo, viu um amarelo por simular um penalty que realmente sofreu. Mais um lance capital.

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À terceira, o benefício da dúvida. 37 minutos. Bola pelo ar no centro do terreno e Pape Sow, com a cabeça não se sabe onde, salta estapafurdiamente com o pé à altura dos ombros de Cardozo. Foi lá que acertou, ou o resultado seria dramático. Cartão vermelho. Medida dura e penalizadora em termos desportivos, aceitável na análise disciplinar.

Assim, passou-se uma parte a pensar no juiz, desejavelmente discreto. Esqueceu-se a brilhante defesa de Roberto, quando Fidalgo ameaçou verdadeiramente o empate, esqueceu-se a raça de Diogo Valente à esquerda, mais um punhado de oportunidades falhadas do Benfica.

2ª Parte:


A etapa complementar prometia espectáculo vermelho. A equipa de Jorge Jesus gozava um belo momento, a Académica estava reduzida a dez e José Guilherme tirara o goleador Fidalgo para recompor a defesa. E então, o velho Benfica, aquele dos maus momentos, relaxado e arrogante.

Alicerçada num ataque com dois extremos rapidíssimo, mais dois médios com pontapé forte, a formação local conseguiu assustar a Bela Adormecida, confortavelmente iludida. Em dois minutos (68 e 69), o 1-1 ficou à distância de centímetros, com um poste pelo caminho. Jesus esbracejava, fazia tocar o despertador.

Agressivo, antes apático, o onze (terminaria com dez, Coentrão expulso ao minuto 89) encarnado cheirou o segundo golo. Luisão atirou ao poste, Cardozo falhou vários, tantos que a vitória parecia garantida sem nunca o ser.

A incerteza perdurou até ao apito final, o tal som que ecoou com desacerto ao longo da noite. Pelo meio, mais bases para um eventual castigo máximo, por mão na bola na área da Académica.



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Porto vs Naval: 3-1

Hulk e Falcao. Falcao e Hulk, para os que preferirem. Dupla destinada à eternidade no reconhecimento do Dragão. Sem querer emudecer os ecos do passado, há uma evidência a assinalar: estes dois fazem já parte da galeria notável e elitista de avançados e goleadores do F.C. Porto. Dois golos para um, um golo para outro, Naval abatida após ter lançado uma interessante emboscada no território do líder.

Comecemos por aqui. Ainda embalada na aragem triunfal de Guimarães, a equipa de Carlos Mozer quis controlar o jogo, bloquear o acesso à sua baliza e manietar os saqueadores de Villas-Boas. Mas, como emboscar um pelotão de homens que tem, não um, mas dois Zorros? A estratégia resultou durante 44 minutos, aproveitou o entorpecimento das tropas contrárias e até ensaiou um ataque perigosíssimo através de Fábio Júnior e Marinho.

Nada feito. A espada de Falcao desenhou o primeiro rasgão nas costas navalistas e a de Hulk dilacerou a esperança do último classificado do campeonato. À ida para o intervalo, os valentes de Mozer perceberam o quão inútil terá sido tanta concentração, tanta organização e tanta crença.

Depois, na etapa complementar, houve demasiados sargentos Garcías. Ineptos, trapalhões, expostos uma e outra vez à baioneta dos dois Zorros e respectiva plêiade. O F.C. Porto resistiu bem à tal emboscada, superou o cerco e aproveitou a noite irrepreensível dos seus dois melhores marcadores.

Tudo até podia ter sido mais simples se Silvestre Varela, ao invés da trapaça, tivesse optado pelo que se impunha. Isolado diante de Romain Salin, hesitou, puxou a bola para a esquerda e, ao perceber o erro, atirou-se para o relvado. Cartão amarelo bem mostrado pelo árbitro.

1ª Parte:


Perante tamanha clemência, e ainda antes de perecer às mãos da dura led, sed lex da ditadura reinante (nove jogos, nove vitórias do F.C. Porto em casa) , a Naval pôs a cabeça de fora e assustou. Sem efeitos práticos, a rebelião morreu naquela finalização disparatada de Marinho.

Orquestrado por um magistral João Moutinho (tanta, mas tanta qualidade), em passes verticais e nalgumas triangulações ziguezagueantes, o dragão começou a impor a sua superioridade, até dar as estocadas fatais através de Falcao e Hulk.

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A primeira nasceu num lançamento lateral na esquerda, passou por Varela e acabou na conclusão simples do colombiano; a segunda foi uma combinação tripartida (Falcao, Belluschi e Hulk) e derramada no remate do brasileiro; a terceira contou com a benesse desastrada de Orestes, antes da corrida frenética e golo de Hulk.

2ª Parte:


A história parecia definitivamente encerrada, mas antes do apito final ainda houve uma recompensa justa. A Naval marcou de grande penalidade, por Orestes, numa altura em que as espadas e as máscaras do F.C. Porto já estavam encostadas a um canto.

90 minutos de peripécias, voltas e mais voltas para duas conclusões: o F.C. Porto segue livre e bem vivo na liderança: a Naval, com Mozer, é uma equipa mais valente e capaz de acreditar em si mesmo.





Destaques Individuais:

Hulk, o «Incrível» do costume
Com o regresso de Falcao voltou a ocupar uma das faixas do ataque portista, onde mais gosta de jogar. Foi ao longo da partida o principal desequilibrador do F.C Porto e como é habitual nunca teve medo de partir para a jogada individual, nem sempre com sucesso, saliente-se. A veia goleadora continua e nas duas oportunidades que teve no frente a frente com o guarda-redes da Naval não vacilou e juntou mais dois golos à sua conta pessoal. Ainda tentou fazer um hat-trick com um tiro espectacular de livre directo mas a bola saiu a rasar a barra.

João Moutinho, Tic-tac Tic-tac
Grande exibição do médio portista que parece dar ainda mais ênfase à demissão de Eduardo Bettencourt. Funciona como um relógio de topo de gama no miolo dos dragões. Temporizou perfeitamente o jogo de ataque do F.C Porto e ainda teve tempo para recuperar inúmeras bolas ao longo da partida. Tem um pulmão inesgotável o que faz com que apareça diversas vezes na frente de ataque para fazer o último passe para os seus colegas. Parece não estar em campo mas está em todo lado.

Falcao, ave rara para outros voos
Com o avançado colombiano no ataque dos dragões o jogo é outro. Regressou à competição após lesão e voltou com naturalidade aos golos. Marcou o primeiro tento do F.C Porto após uma jogada de Varela na linha de fundo e só teve de encostar para o fundo das redes. Movimenta-se como ninguém na frente portista e nunca deu uma bola como perdida. Esteve várias vezes perto de facturar pela segunda vez, mas sem sucesso. Saiu aos 84 minutos para o aplauso da noite. É jogador para outros campeonatos.

Belluschi, «Samurai» endiabrado
Espalhou magia a cada toque no esférico. O primeiro golo dos dragões demorava em aparecer e foi ele que pegou na equipa para desmoronar a muralha defensiva da Naval. Tentou por diversas vezes o remate de longe mas foi no último passe que se destacou ao assistir Hulk com um grande passe para o segundo golo dos dragões. Teve perto de facturar aos 58 minutos quando apareceu sozinho na área a cabecear ao lado da baliza.

Otamendi, «El comandante»
Relegou Maicon para o banco de suplentes e a defesa portista perdeu altura mas ganhou bravura, agressividade e liderança. Não deu um lance como perdido e foi muito forte nas bolas por alto. Villas-Boas terá encontrado um novo comandante da defesa dos dragões.

Fábio Júnior e Marinho, os únicos sobreviventes
O primeiro pôs em sentido a defesa portista na primeira parte ao criar uma grande jogada quando driblou vários adversários e ofereceu o golo a Marinho que não teve tranquilidade para bater Helton. Foram os dois jogadores que puseram a defesa portista em sentido ao logo da partida com vários rasgos em velocidade e tentativas de remate à baliza de Helton.





Destaques dos Treinadores:

A vitória frente à Naval mantém o F.C. Porto confortável na liderança. O técnico André Villas-Boas elogia o adversário, mas até diz que o resultado podia «ser mais volumoso». Relativamente à qualidade de jogo da sua equipa, o treinador refere que os adeptos dos dragões «não têm visto jogos deprimentes».

«Os golos aconteceram quando tiveram de acontecer. Reduzimos ao mínimo as oportunidades da Naval. Eles tiveram um lance para golo, com o Marinho. Na segunda parte tivemos várias oportunidades e o resultado podia ter sido mais volumoso. No final baixámos os níveis de concentração e concedemos um penálti que era escusado. Foi uma exibição boa, regular, perante uma Naval que vinha motivada de Guimarães. Com o que a Naval joga, a possibilidade de se salvar é alta. É essa a minha mensagem para o Mozer.»



Sobre a qualidade dos jogos (Ópera) no Dragão
«Os adeptos têm visto bons espectáculos, não têm visto jogos deprimentes. O F.C. Porto faz muitos golos, cria oportunidades e isso é importante. Continuamos o nosso processo de crescimento e isso é importante. O Beto e o Cristian devem regressar esta semana, fica a faltar o Alvaro Pereira.»

Sobre a visita a casa do surpreendente Beira-Mar
«Tenho o Leonardo Jardim como amigo e treinador competente. Transmito-lhe mensagens de confiança e vai ser um grande técnico no futuro. Gosto da forma como organiza as equipas e como joga. Isso expressa-se na forma como o Beira-Mar está a jogar.»

Carlos Mozer, treinador da Naval, gostou da resposta que os seus jogadores deram em casa da «melhor equipa da Europa». E mostra-se extremamente optimista em relação ao futuro.

«A jogar a este nível qualquer erro faz a diferença. Contra a melhor equipa da Europa ainda mais. Mostrámos qualidade de jogo, um bom modelo e queremos apresentar-nos com esta confiança em todo o lado. Em alguns momentos facilitámos. Contra jogadores com a dimensão do Hulk e do Falcao isso paga-se caro. Jogámos sem complexos.»



Sobre o primeiro golo da Naval no Dragão
«A Naval nunca tinha marcado aqui e conseguiu fazê-lo hoje. Fizemos uma segunda parte digna, mas a vitória do Porto é justíssima. Gostei do empenho e do rigor dos meus jogadores. Acho que estamos a caminhar para situações mais favoráveis.»

Sobre a luta pela manutenção
«Este jogo não fazia parte do nosso calendário. Os nossos adversários são outros e é com esses que temos de pontuar. O jogo de hoje serve para adquirir mais confiança, acima de tudo. Saímos daqui tristes porque perdemos, mas o fundamental foi aquilo que demonstrámos. Estamos no bom caminho.»

Texto: maisfutebol





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Bettencourt abandona o Sporting

José Eduardo Bettencourt abandonou ontem os cargos de presidente do Conselho Directivo do Sporting. Eleito para o cargo por esmagadora maioria a 5 de Junho de 2009, o gestor que também liderava a administração da SAD leonina anunciou o fim do seu ciclo, numa decisão tomada por vontade própria, intimamente ligada aos fracos resultados desportivos verificados em ano e meio de mandato.

Penso não ser surpresa para ninguém esta atitude, alias penso que só peca por tardia, como já falei anteriormente imensas vezes, admiro a pessoa de Bettencourt, mas como Presidente do Sporting deixa muito a desejar, desde o inicio se pode perceber que ele queria dirigir o Sporting com o coração e não com a razão.

Desde a saída de Paulo Bento que todos podemos apercebermo-nos do seu mau estar dentro do Sporting, parece que a saída do Paulo Bento foi um elo que ficou cortado entre ele e o Sporting, outro exemplo da forma como não se deve dirigir um clube, o treinador sai, ponto final. Por muito que possamos gostar dele, temos que esquece-lo como treinador e passar para o próximo, mas não foi isso que aconteceu...

E penso que o Sporting não teria chegado onde chegou, se naquela altura que penso que era a certa ele se tivesse demitido também, porque na pratica não o fez, mas na teoria, desde essa altura que deixou de ter a chama para ser presidente do Sporting.

Não perca o Lançamento do Vídeo do Século sobre a Verdade Desportiva da época 2009 / 2010

Por exemplo ao modo como tratou o caso Moutinho, onde fez todas aquelas afirmações de azia... Que poderiam ser mais facilmente entendidas se fosse por exemplo o director Desportivo a fazê-las, mas nunca um Presidente...

Ou como lidou e protegeu (ou não) o seu treinador forever, e que acabou da forma como acabou, e onde ainda por cima trata mal os jornalistas, quando um deles lhe pergunta qual o perfil do próximo treinador.



Mas num dia de despedidas, sinceramente queria falar apenas nas coisas positivas que a sua passagem pelo Sporting teve, mas é um pouco difícil, porque não encontro muitas coisas positivas, talvez a que mais valorize seja a humanidade que trouxe em certas alturas ao Futebol Português, como por exemplo quando tentou amenizar o caso Moutinho antes do Sporting vs Porto

Eleito em Junho de 2009, com quase 90 por cento dos votos, depois de uma primeira passagem pela SAD leonina entre 2001 e 2004, José Eduardo Bettencourt deixa a presidência antes do fim do mandato devido à forte contestação dos adeptos.




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sábado, 15 de janeiro de 2011 | 41 comentários | By: BestOfFutebol

Vídeo do século - Verdade Desportiva

Olá amigos do BestOfFutebol, depois de tanto tempo à espera, e de tantos pedidos e mais pedidos, o Vídeo do Século, sobre a Verdade Desportiva da época 2009 / 2010 vai sair da toca e promete criar algum mau estar dentro da Manada vermelha…

Para quem não tem seguido o nosso blogue e não sabe do que se trata, vou tentar puxar um pouco a fita atrás e explicar-vos melhor como surgimos e o motivo pelo qual o BestOfFutebol está a lançar estes vídeos.

Como sempre gostei de comunicar e trabalhar com edição de vídeos, resolvi juntar as duas coisas, e em inícios de Agosto de 2009 abri uma conta no youtube onde comunicava as minhas ideias através de vídeos, com imagens e factos, colocava a descrédito algumas afirmações proferidas por pessoas que se julgam donos da Verdade. e que sempre puxam para eles os créditos da Honestidade e da Moral, esquecendo-se que todos nós temos os nossos telhados de vidro. ..

Uma coisa que começou por uma brincadeira, pelos vistos passou a incomodar muita gente, ao ponto de ter recebido telefonemas ameaçadores e outros a oferecerem-me dinheiro para encerrar o canal, que em menos de 1 mês teve mais de 100.000 visitas.
Como não o fiz, porque existem realizações pessoais que o dinheiro não pode pagar, resolveram colocar a “PIDE vermelha” a funcionar, e conseguiram através do seu grupo de delatores encerrar-me o canal…

Não deixe de ler o artigo sobre a PIDE Vermelha

Perdi muitos trabalhos que deu o sangue e o empenho pessoal para os conseguir, e isso fez com que durante mais de 2 horas estivesse furioso a espumar por todos os lados (admito), mas foi no meio de um desses momentos de raiva, que a raça e o espírito Portista vieram ao de cima, e fizeram com que continuasse ainda com mais força e determinação neste projecto.

O que a “PIDE vermelha” já deveria saber, é que um Portista pode perder varias batalhas, mas em cada derrota, vai buscar a força necessária para no final ganhar a “guerra”, e foi essa força que ganhei em mais uma derrota, que me fez criar em pouco mais de 8 horas, o blogue www.bestoffutebol.com que podem ver hoje.



Depois desse momento de raiva, e de ter decidido começar a criar o blogue, descobri que realmente o universo por vezes fecha-nos uma janela, mas é com a intenção de mais tarde nos abrir uma porta, e foi o que aconteceu, porque de imediato tive a ajuda de uma pessoa fantástica chamada Hernâni, que se disponibilizou para me arranjar um domínio e me ajudar a criar o BestOfFutebol, depois veio o Hugo Pinto que se disponibilizou para me ajudar com as crónicas do FC Porto e que me ajudou a organizar o Movimento dos Cravos, e todos vocês que são os mais importantes, porque sem voces nos visitarem e lerem o que escrevemos, nós não tinhamos razão de existir, e foi assim se formou o que hoje podem ver, e que muito me orgulha.

Quem segue o BestOfFutebol sabe que não nos achamos mais do que os outros, e muito menos achamos, ou dizemos, que o nosso clube é mais inocente ou mais prejudicado do que qualquer outro, até porque se um adepto de um clube dito grande, tem queixas de arbitragens, “desgraçados” dos adeptos dos clubes mais pequenos, que alem de serem sempre mais prejudicados, ainda por cima não tem o tempo de antena que têm esses ditos grandes, para se poderem queixar.

Lutamos diariamente para não permitir que certas pessoas, num mundo tão cinzento como é o do Futebol, se achem no direito de chamar para si a Honestidade, a Moralidade a a Verdade que tanto falam e apregoam, querendo fazer passar a ideia que são sempre as vítimas e os coitadinhos, quando na realidade são tão ou mais vezes beneficiados e culpados que os outros… Pensam que por falarem alto, por ameaçarem a não comparência em jogos, a não ida dos seus adeptos aos campos, por estarem sempre a falar dos erros dos outros, conseguem tirar o foco de todos os erros que fazem, e de todos os outros que são feitos a seu favor .



Agradeço a todos que nos ajudem a divulgar o link deste artigo, para assim podermos mostrar aos mais distraídos o que foi a época passada...


E foi um pouco por isso tudo, que os Vídeo do Século sobre a Verdade Desportiva da Época 2009 / 2010 surgiu, é um trabalho minucioso, em que vão poder ver, jornada após jornada, o que foi a época de 2009/2010. Claro está, que para alguns vermelhos (porque ganharam ao fim de 5 anos) foi uma época de Verdade… Mas o que quero é que todos tenham a oportunidade de ver, como essa “verdade” e esse titulo foram conseguidos…

Com isto não quero dizer que os vermelhos não tiveram uma boa equipa, ou que não jogaram em alguns jogos bom futebol… O que quero mostrar é que a
Verdade que eles tanto falam, deve ser só uma e não deve ter cor ou região… Não pode ser Verdade quando vencemos e mentira quando perdemos.

Eu compreendo que depois de décadas a praticarem um futebol miserável, a terem uma organização amadora, é normal que quando aparece uma época melhor um pouco, os mais distraídos (porque não estão habituados) ou os mais empolgados (porque estavam sedentos), digam que os Vermelhos tinha uma Super Equipa e que tinha um futebol avassalador…

Vamos ver se após a visualização destes vídeos vão continuar com essa ideia… E refiro-me a quem ainda consegue ver, alem das mensagens Manada, e de todas as cortinas de fumo que os dirigentes vermelhos lançam meticulosamente e em alturas certas, para assim conseguirem desviar as atenções dos seus próprios erros.

Na realidade vai ser mais um daqueles vídeos, que nunca mais vamos esquecer e que vamos poder usar como resposta sempre que a moralidade ultrapassar os valores aceitáveis…

Nós Somos Porto, não dormimos nem nos deixamos enganar…

Espero que todos no dia 28 de Janeiro de 2011, desfrutem destes momentos que vão ficar marcados na historia do campeonato dos Túneis...

P.S: Antes que venham logo dizer isto e aquilo, quero dizer-vos que como é lógico, o FC Porto também foi beneficiado em alguns lances durante a época passada, mas se pensarmos no que se tem passado esta época, com os discursos dos vermelhos, em que só falam nos lances que o Porto foi beneficiado, como podem ver por exemplo neste artigo sobre Cortinas de Fumo, penso que também temos o mesmo direito de apenas falarmos e mostrarmos o que vamos mostrar…

Junte-se a nós no Facebook contra o Moralismo e os Fundamentalismos que os vermelhos tanto apregoam...



A verdade e a Mentira, são tão iguais, que quase nunca se sabe, qual delas vale mais...
By Torre da Guia




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Sporting vs Paços Ferreira 2-3

Cinco meses depois e 14 jornadas pelo meio, o Sporting volta a perder com o P. Ferreira, no reencontro de Alvalade, a marcar o arranque da segunda volta. Cinco golos, uma grande penalidade mal assinalada (e convertida), outra por assinalar e muitos assobios para a actuação de Luís Catita e, no final, aos jogadores e direcção do Sporting, marcaram um desafio disputado até ao último minuto, mas que não serve as contas do leão.

Pelo caminho fica a inédita série vitoriosa do Sporting, após três jogos sempre a ganhar, que, ainda assim, segura o terceiro lugar, com 28 pontos, mais três que o V. Guimarães e quatro que a U. Leiria, que joga neste domingo. O P. Ferreira, que não vencia há três jornadas e fora desde a 7ª ronda, fez por merecer os três pontos conquistados em Alvalade.

Embalado por três vitórias seguidas no campeonato e pela consistência/maturidade em campo que até ao empate com o F.C. Porto escasseava, o Sporting apresentou-se convicto de que a quarta se seguiria.

Paulo Sérgio recuperou quase a totalidade da equipa que venceu o Sp. Braga na ronda anterior, com as únicas alterações de Maniche por Zapater e Diogo Salomão no lugar de Postiga e o 4x4x2 a transformar-se num 4x2x3x1. O miúdo que Paulo Sérgio tanto quer preservar jogou mesmo de início, naquela que foi o seu terceiro jogo a titular. Também Rui Vitória optou por poucas alterações, com André Leão a relegar Filipe Anunciação para o banco, única mudança registada.

Não perca o lançamento do Vídeo do Século sobre a Verdade Desportiva da época 2009/2010

Que o Sporting dominou nos primeiros 15 minutos não há dúvidas, mas que podia ter feito muito mais até ao intervalo também não, mesmo frente ao sempre destemido P. Ferreira.

Logo aos dois minutos, Liedson, lançado por Valdés, um denominador comum a todas as jogadas de perigo do leão, falhou por centímetros o golo inaugural. Um desfiar de assistências e remates do chileno, com Cássio a brilhar do lado contrário.

1ª Parte:


Mas o leão baixou a guarda frente a um adversário que nunca se dá por vencido. O P. Ferreira começou a aproximar-se com perigo da baliza de Rui Patrício, mas foi de longe, muito longe, que abriu o marcador.

Aos 28 minutos, um grande golo, a recordar Guarín, desta feita uma bomba de Samuel a bater Rui Patrício, uma remate frontal com a bola a sair junto ao canto superior direito da baliza.

O duelo Cássio/Valdés reacendeu-se por esta altura, com o guarda-redes brasileiro a adiar o empate por três vezes em apenas dois minutos. Sempre o chileno a rematar, sempre o brasileiro a defender. Só aos 42 minutos, Cássio cedeu, por fim, mas numa recarga de Liedson, após mais uma defesa, agora incompleta, a remate de Valdés.

A um minuto do intervalo, a primeira decisão polémica do árbitro Luís Catita, a assinalar uma grande penalidade inexistente de Polga sobre Rondon e consequentemente convertida por Manuel José. Recordações da mão de Ronny...

2ª Parte:


Mais uma vez o Sporting a desperdiçar no arranque do segundo tempo, com Valdés a rematar de primeira para fora, mas agora a marcar primeiro.

O chileno mostrou o caminho, Liedson preferiu deixar nas mãos de Diogo Salomão e o jovem avançado encarregou-se de assinar o empate.

Paulo Sérgio trocou Maniche por Saleiro à procura da vitória e o avançado foi protagonista de mais uma decisão polémica de Luís Catita. Saleiro é puxado na área pacense, mas o árbitro, desta vez, nada assinalou.

Uma grande defesa de Rui Patrício aos 75 minutos negou o terceiro ao Paços, por Nelson Oliveira, mas foi um contentamento de curta duração. A oito minutos do fim, um ataque pela direita terminou no pé esquerdo de Pizzi, que sentenciou o desafio.

Destaques Individuais:

Maykon
Vukcevic deu trabalho, mas Maykon respondeu ao leão com prego a fundo no ataque e cruzamentos perigosíssimos para a área. O «penteado moicano» foi quem começou a inverter a tendência em Alvalade, ao passar por João Pereira e a fazer os «castores» acreditar que era possível pontuar. Teve vários lances em que ganhou a linha de fundo e, mesmo sem influência directa no primeiro e, muito menos, no segundo, foi quem mais desequilibrou a formação leonina, que durante muito tempo correu atrás de Maykon... e do resultado também.

Pizzi
Se Maykon aparecia de trás, Pizzi também veio do espaço vazio para abater o leão em Alvalade. Apontou o golo do triunfo, num remate certeiro, vindo da retaguarda. Só por isso, pelos três pontos, tinha de ser uma figura, mas a verdade é que combinou bem na esquerda do Paços com Maykon para, em conjunto, levarem a equipa para a frente até à vitória final.

Guarín?
O destaque não é para Guarín, mas sim para Samuel, que imitou o golo do colombiano do FC Porto ao Marítimo. Melhor ainda, o destaque vai para o pontapé do central. Com menos efeito, mas com força idêntica, entrou nas redes de Alvalade, com Patrício a queixar-se que não viu a bola partir. Se viu ou não, não sabemos, mas que o pontapé foi forte e certeiro e pareceu-nos um grande golo, lá isso pareceu.

Valdés
Joga com o 15 e talvez passe por aí a explicação de como ilude os adversários, quando joga naquele meio termo entre a linha média e o ataque. Na verdade, não é um dez à antiga, mas é (foi) um apoio importante tanto ao ponta-de- lança. Começou com um cruzamento fantástico para Liedson, rematou quatro vezes e fez Cássio brilhar em três e meia delas. Sim, porque na última, a bola vinha difícil, o guarda-redes não segurou e Liedson meteu a bola nas redes. Meia assistência para o chileno, que encheu o campo e foi o homem mais perigoso do leão. Notável a capacidade para vir buscar Pizzi, quando ainda havia nulo. Os aplausos não foram como se tivesse marcado um golo, mas foram o reconhecimento justo de um 15 trabalhador. Depois, descobriu Salomão para o 2-2, ou seja, não marcou, mas esteve nos dois golos do leão. Podia ter estado noutros, mas Cássio foi mais forte no duelo.

Liedson
Outra vez na solidão, na frente de ataque leonina, mas bem apoiado por Valdés. O 31 começou por levantar o estádio com uma bola ao lado, e fez Alvalade cerrar o punho quando atirou para o 1-1. Percebeu mais rápido que Samuel que o remate do chileno levava fogo e que Cássio não ia segurar. Nessa fé própria dos pontas-de-lança chegou primeiro e atirou a contar, num jogo em que voltou a trabalhar imenso.

Vukcevic
Uma entrada muito boa e o renascimento depois de ver Maykon arrancar pelo flanco fora. O montenegrino estava com alma e bastante disponível para a partida e, quando assim é, Vukcevic é capaz de assinar dos mais belos lances e de levar a equipa para a frente. Entendeu-se muito bem com Valdés, tentou o golo de fora da área e conquistou espaço para o Sporting criar perigo. Já com 2-2, tentou o golo da vitória, mas a bola saiu ao lado.

Luís Catita
Um penalty mal assinalado a favor do Paços, outro que ficou por marcar a favor do Sporting e ainda outro lance de dúvida, já nos descontos. Basta dizer isto e olhar para o resultado para perceber que teve influência no marcador. Foi dos piores em campo. Se não mesmo o pior. O Paços já ganhara em Alvalade com a mão de Ronny. Agora, a mão foi outra.





Destaques dos Treinadores:

O treinador do Sporting, Paulo Sérgio, em declarações após o jogo com o P. Ferreira da 16ª jornada da Liga, que os pacenses venceram por 3-2, com arbitragem polémica de Luís Catita e que terminou com protestos das bancadas de Alvalade e antes de José Eduardo Bettencourt se demitir de presidente do Sporting:

«Quem treina um clube grande e não ganha sujeita-se aos protestos, porque as pessoas, no momento em que a partida termina, analisam com emoção e dificilmente com razão. Foi um jogo em que o Sporting fez muito para ter um resultado diferente, reconhecendo a boa organização do Paços. Mas a partida teve demasiadas peripécias, e graves, em nosso desfavor, estivemos sempre a correr contra o prejuízo. Um pontapé feliz do meio-campo deu num golo fantástico.

A equipa regressa ao jogo, com o Cássio a fazer um punhado de excelente intervenções e depois uma penalidade que me parece inexistente. Depois, há um penalty a favor do Sporting que não se marca, e a seguir cometemos um erro a defender a bola, que dá no terceiro golo. Mas aí já tínhamos duas bolas na baliza. Tentámos chegar ao golo e não conseguimos. Foi demasiada pancada na mesma equipa, que não teve a melhor reacção, porque já tinha sofrido essa injustiça duas vezes. Salvaguardando as diferenças entre um clube e outro, e dando mérito ao Paços, mas penso que correu tudo a favor para chegarmos a este resultado. Como vou motivar jogadores? Nestes momentos em que levamos pancada de toda a gente é que se vê quem tem perfil e carácter. Quem é forte sabe responder já amanhã.»



Sente-se com condições para continuar?

«Continuarei sempre até me quererem cá. Jamais vou desistir. Tenho noção do que são as nossas capacidades e dificuldades. Faço avaliação de que estamos a fazer trabalho sério e a favor do Sporting. Mais fragilizado? É sempre assim, quando não se ganha é sempre assim. Não podemos querer o melhor dos dois mundos, não podemos querer gente nas bancadas só a darem pancadinhas nas costas.»

Falou em dualidade de critérios na arbitragem, quer especificar?

«Dou um exemplo. No lance que o Liedson leva amarelo, e que teve mais de aparato do que outra coisa, antes, o meu querido Leonel Olímpio teve jogada igual e não viu amarelo. Há um conjunto de situações, nunca tenho falado de arbitragem, mas hoje tinha de o fazer.»





O treinador do P. Ferreira, Rui Vitória, em declarações após o jogo com o Sporting da 16ª jornada da Liga, que os pacenses venceram por 3-2, com arbitragem polémica de Luís Catita:

«Fundamentalmente, tem de se valorizar o Paços, que é uma equipa pequena e chega ao campo do Sporting e tem este atrevimento. Nesse sentido, os jogadores estão de parabéns, passaram para a prática o que idealizámos. Fomos premiados pelo esforço. Já há muito tempo que merecíamos uma vitória destas. Os jogos não dão todos na TV, mas há muito tempo que jogávamos bem e não conseguíamos. Olhando a minha equipa, tivemos entrega e postura, o que me deixa satisfeito.



Em relação ao penalty, ao longo deste campeonato ainda não tive nenhum penalty a favor [ndr: o Paços beneficiou de uma grande penalidade no Bonfim, que David Simão desperdiçou]. Já tivemos lances em que já fomos prejudicados. O futebol é assim e não é fácil vir a Alvalade fazer três golos. Fomos felizes no final, mas, de vez em quando, a felicidade aparece aos mais pequenos e nós fizemos por isso.»

Ganhou duas vezes ao Sporting é especial? Como está a questão da renovação com o Paços?

«Em relação aos triunfos com o Sporting, o que interessava era somar três pontos. Já merecíamos ter mais pontos, estes três são ouro e vieram equilibrar o nosso percurso. Quanto à renovação, adoro estar em Paços de Ferreira e o importante é não desviarmo-nos dos nossos objectivos. Na devida altura teremos a capacidade de nos sentar e perceber o que é melhor para cada uma das partes.»


Texto: maisfutebol




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Entrevista Nani

Nani está feliz da vida em Manchester. Tornou-se, finalmente, num titular indiscutível e a imprensa inglesa tem insistido na circunstância de ele estar a preencher bem, com golos e assistências, o espaço vazio deixado por Cristiano Ronaldo. Mas o extremo português quer mais. "Quero ser visto como um dos melhores do mundo", afirmou Nani

Nani admite o gosto de "assumir as responsabilidades e os riscos. "Adoro a ideia de ser um jogador influente", sublinha o internacional português numa entrevista em que aborda ainda a sua recente renovação do contrato: "Sempre foi minha intenção continuar aqui. O Manchester United é o melhor clube do mundo".

No conjunto das três épocas anteriores, tinha marcado, na liga inglesa, sete golos ao serviço do Manchester United. Nos cinco meses de 2010/11, já apontou seis, tendo ainda contribuído com 12 assistências para golo, o melhor registo individual na prova. A que se deve esta subida de rendimento?
Penso que isso acontece por ser hoje um jogador mais confiante nas minhas próprias capacidades. Quando isso acontece, torna-se mais fácil marcar e assistir. Claro que a circunstância de ter agora mais oportunidades também tem um grande peso. Há quem diga que me tornei num jogador mais eficaz, o que não deixa de ser verdade. Claro que essa melhoria tem a ver com a maturidade que fui adquirindo.

Tem 24 anos, vai na quarta época no futebol inglês e, quem acompanhou a sua carreira percebe que houve também uma evolução enorme do ponto de vista físico. Hoje, o Nani parece um jogador mais robusto...
Aplico-me muito nos treinos, até porque aqui isso é absolutamente determinante para se ter sucesso. Mas, curiosamente, penso que até fazia mais trabalho de ginásio quando estava no Sporting. Em Inglaterra, com tantos jogos, não há tantas oportunidades para o fazer. Nalgumas alturas, como acontece agora, jogamos quase de dois em dois dias. É preciso jogar e recuperar rapidamente e o melhor possível para o jogo seguinte. São ritmos diferentes.

Parece também mais evoluído tacticamente, colaborando muito no trabalho defensivo...
Sinceramente, penso que isso já acontecia no Sporting. Na altura, o Paulo Bento já exigia muito de mim nesse capítulo. Em Alvalade, eu jogava como médio interior e também tinha de subir e depois recuperar para "fechar" no meio. O Paulo Bento trabalhou muito esse aspecto comigo e tenho de lhe estar grato por isso. Quando cheguei a Manchester, percebi que o sistema de jogo era diferente, mas muitos dos movimentos eram idênticos. Por isso, foi só uma questão de me ir aperfeiçoando. A prova do que estou a dizer foi uma conversa recente que tive com o Paulo Bento em que ele me disse: "Atenção que tu, tacticamente, já sabias o que fazias no Sporting. Não eras nenhum tosco em termos tácticos".

A imprensa internacional, designadamente a inglesa, tem insistido muito no facto de você estar a ocupar o espaço que estava em aberto desde que Cristiano Ronaldo saiu de Manchester para o Real Madrid. Custou-lhe assumir essa responsabilidade?
A saída do Ronaldo de Manchester abriu, de facto, um espaço que foi também uma oportunidade para alguns jogadores, designadamente para mim. Penso estar a aproveitar bem. Gosto de assumir as responsabilidades e os riscos. Adoro a ideia de ser um jogador influente e, sem falsas modéstias, acho que tenho conseguido dar conta do recado. No Manchester há belíssimos jogadores, mas não há muitos com a capacidade de fazer a diferença. Eu sinto-me bem a tentar desempenhar esse papel. Gosto dessa responsabilidade.

Daí não ter tido dúvidas em afirmar que um dos seus objectivos é passar a ser visto como um dos melhores jogadores do mundo...
É verdade. Quero atingir o top. Há quem tenha dificuldade em assumir essa ambição, mas eu estou a passar por uma óptima fase e tenho todo o direito em sonhar alto.



Mas daqui a quanto tempo pretende atingir a meta, por si revelada, de ser incluído no lote dos três nomeados para a Bola de Ouro?
Não sei, é difícil responder, mas pretendo consegui-lo o mais rápido possível. Para se atingir aquele plano, é preciso ter qualidade técnica, velocidade, capacidade física, visão e inteligência de jogo. Penso estar a responder cada vez melhor em cada um destes capítulos. Mas sei também que preciso de ter paciência para atingir o meu objectivo. Se o conseguir num ano, excelente. Mas, se for em dois ou três, também é bom. Além disso, quero ganhar títulos colectivos, até porque sei que eles contribuem de forma decisiva para os troféus e o reconhecimento individual.

Quando renovou o contrato até 2014, o treinador Alex Ferguson afirmou que tinha "tido um desenvolvimento fantástico" e que "terá um futuro longo e de sucesso no Manchester United". Nunca pensou, a exemplo do que fez o Cristiano Ronaldo, mudar de clube?
Sempre foi minha intenção continuar aqui. O Manchester United é o melhor clube do mundo. Claro que nunca se sabe o dia de amanhã e não digo que vou ficar sempre aqui. Mas, por enquanto, estou mais do que satisfeito.

Gosta de viver em Manchester?
Tirando o tempo frio e chuvoso, o resto até é tranquilo. É bom para nos concentrarmos no trabalho. É o sítio ideal para quem vive desta profissão.

E como se dá com os tablóides? Já teve problemas com a imprensa inglesa?
Não, felizmente não. Não tenho tido grandes chatices. Se jogo bem, dizem que jogo bem. Se não dou nas vistas, dizem que estive discreto.

O Manchester segue na liderança da liga inglesa, com dois pontos de vantagem sobre o Manchester City (que tem mais dois jogos realizados) e quatro sobre o Arsenal (que tem mais um jogo). O título está garantido?
Ainda não, ainda falta muito campeonato e aqui todos os resultados são possíveis. Há grandes equipas e um equilíbrio enorme. Não podemos facilitar.

Num campeonato em que o Chelsea e o Liverpool estão a desiludir, o City e o Arsenal acabam por ser os últimos resistentes. Curiosamente, você foi criticado pelo treinador desta última equipa, Arsène Wenger, que ficou irritado quando o Nani não incluiu o Arsenal entre os candidatos ao título.
O Sun, que foi o jornal que utilizou essas declarações, não explicou que elas tinham sido proferidas por mim um mês antes, quando o Arsenal seguia atrás do Chelsea. Se tivesse sido naquela altura, claro que eu teria dito que o Arsenal e o City são os nossos principais opositores.

Como é trabalhar com Alex Ferguson?
É muito especial. Ele é um treinador diferente, fora do normal. Por vezes nem vai ao treino ou fica só a ver. Mas a sua presença paira em tudo o que acontece no clube. Só fala o que é essencial, mas duas palavras dele chegam para resolver qualquer questão. É carismático e funciona muito bem num clube que tem uma estrutura impressionante.

Mas ele também é conhecido por utilizar o "secador", expressão que retrata a forma como berra no balneário a um palmo da cara dos jogadores...
[risos] De facto isso pode ser intimidante para os jogadores mais novos. Eu também já passei por essa fase...

Bebé transferiu-se surpreendentemente do Guimarães (onde não chegou a jogar) para o Manchester. Como está a decorrer a sua adaptação?
Tem estado muito bem. Treina bem e tem vindo a evoluir. Ainda hoje falei com ele para lhe dizer que fez um belíssimo treino. Mas tem de continuar a trabalhar e a tentar evoluir. Tem também de ter paciência para o facto de não jogar tanto quanto gostaria. Porque foi isso que também aconteceu com o Cristiano [Ronaldo] e comigo. Acontece a todos os jovens que chegam a este clube e ele tem de ser forte psicologicamente para lidar com isso.




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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011 | 2 comentários | By: BestOfFutebol

FC Porto de olho em Sílvio

Os “dragões” reservaram direito de preferência sobre o jogador que agora se estreia na equipa AA de Portugal. O jogador entende que a sua chamada é fruto do trabalho que tem feito no Sporting de Braga.
Muito antes da chamada à selecção nacional, Sílvio despertou o interesse do FC Porto, que reservou opção sobre o jogador. Os “dragões” têm o lateral debaixo de olho desde a primeira temporada do jogador no Rio Ave.

Com a transferência para Braga, Sílvio, de 22 anos, até nem entrou directamente para as opções de Domingos Paciência, mas as exibições frente ao Sevilha e o grande golo que valeu a vitória sobre o Marítimo, colocaram o jovem formado no Benfica na montra do futebol europeu. Além disso, .

Sílvio mostrou ser uma mais-valia tanto à esquerda como à direita da defesa, e tem agora maior visibilidade, com a chamada para a dupla operação Chipre/Noruega, mas o atleta, para já, seguro no Braga, começa a ser alvo de muitos olheiros. Contudo, em mais uma jogada de antecipação à concorrência, o FC Porto assegurou direito de preferência sobre uma grande promessa do futebol nacional.

Nelson, antigo lateral direito, internacional português, e que passou pelo FC Porto, considera, olhando para as opções, que Sílvio tem todas as condições para ser o titular da selecção portuguesa.

Nelson considera que “exibindo-se ao nível que se tem exibido nos últimos jogos”, Sílvio poderá afirma-se na selecção como uma “referência”. “Será seguramente uma aposta para o futuro”, realça.

O jogador no momento de chegar à concentração da equipa portuguesa, falou aos jornalistas. Sílvio considera que a chegada à selecção é a recompensa pelo trabalho que tem vindo a desenvolver no seu clube, o Sporting de Braga.


Ouça o áudio aqui

O lateral esquerdo e direito, internacional «AA», de 23 anos de idade, foi reforço dos bracarenses para colmatar a vaga deixada em aberto por Evaldo, que rumou ao Sporting no último Verão.

Esta semana, Pinto da Costa e António Salvador almoçaram num restaurante da zona das Antas, na cidade do Porto, reforçando o bom relacionamento pessoal e institucional entre ambos, sendo que o nome de Sílvio foi abordado como agradando ao FC Porto e em concreto ao treinador André Villas Boas.

Sílvio foi formado nas escolas do Benfica mas, nos últimos anos, deu nas vistas ao serviço do Rio Ave, isto depois de ter representado o Atl. Cacém e o Odivelas, onde foi treinado por Rui Gregório.

O treinador, em declarações a Bola Branca, considera que o FC Porto ganha com a aquisição de Sílvio, pela polivalência e qualidade do jogador.

"É o momento certo, pela idade e margem que tem. Vai necessitar de um período de adaptação e quanto mais cedo for, mais se justifica. É mais polivalente que o Emídio Rafael, um rapaz com muita vontade de aprender e poderá fazer um bom trabalho no FC Porto", começa por afirmar.

Rui Gregório, aliás, confessa que nunca teve dúvidas sobre a qualidade do lateral "arsenalista": "Já mostrava uma enorme capacidade e uma formação muito boa, pela experiência que teve no Benfica. Sempre demonstrou uma grande vontade de aprender e tinha já bons princípios. Foi com toda a naturalidade que 'deu o salto' para o Rio Ave".

Caso o negócio avance, Emídio Rafael pode servir como moeda de troca, tendo em vista baixar o valor final da transferência de Sílvio para o Dragão.

Noticia: Renascença


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Melhores Momentos 1ª Volta

Nicolás Hernán Otamendi

Otamendi começou a dar os primeiros passos no futebol nas camadas jovens do Vélez Sársfield. Foi logo aí que alguns olheiros o viram como um jovem promissor. Otamendi fez sua estreia na equipa principal do Vélez Sársfield em 10 de maio de 2008 em uma vitória caseira por 2-1 sobre o Rosário Central para o torneio Clausura 2008, sob a orientação do treinador Hugo Tocalli.

Com o passar do tempo tornou-se um jogador bastante importante para a equipa e sendo assim, vários clubes europeus começaram a mostrar interesse no jogador. Apesar de defesa-central ser a sua posição habitual, pode também jogar a lateral-direito.

Em Agosto de 2010 Nicolás Otamendi transferiu-se para o Futebol Clube do Porto assinando um contrato de 5 anos pelo clube português, o clube adquiriu 50% do passe do jogador, pagando assim metade do valor do jogador que foi avaliada em 4 milhões de euros.

Em 2009 Otamendi foi chamado à Selecção Argentina pela primeira vez por Diego Maradona para jogar um amigável frente ao Panamá. Foi também chamado para jogar a qualificação do Mundial 2010 nos jogos frente ao Equador e Colômbia, foi titular no jogo frente ao Brasil. O seu terceiro jogo a titular na equipa da Argentina foi na última jornada da qualificação frente ao Uruguai.



Otamendi também fez parte dos 23 convocados para disputar o Mundial 2010 pela Argentina. A 22 de Junho pertenceu ao 11 inicial frente à Grécia e que no final desse jogo Maradona disse na conferência de imprensa que Otamendi foi o melhor jogador em campo. Jogou também frente ao México nos oitavos-de-final onde a Argentina ganhou por 3-1. Otamendi voltou a jogar depois, nos quartos-de-final frente à Alemanha onde a Argentina foi derrotada por uns expressivos 4-0 dizendo assim adeus ao sonho de conquistar o terceiro título de Campeã do Mundo.Ainda foi muito elogiado pelo técnico Diego Maradona mesmo sendo derrotada pela Alemanha.


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Antevisão: Sporting vs Paços Ferreira

Paulo Sérgio quer uma segunda volta melhor que a primeira que o Sporting fez na Liga. O treinador ironizou na conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Paços de Ferreira. «Em 45 possíveis, queremos fazer 46», atirou.

Paulo Sérgio quer uma segunda volta melhor que a primeira que o Sporting fez na Liga. O treinador ironizou na conferência de imprensa de antevisão ao jogo com o Paços de Ferreira. «Em 45 possíveis, queremos fazer 46», atirou.

«Penso que estamos a atravessar uma boa fase e o Paços também, sabemos que vamos ter uma tarefa difícil, porque o Paços vai trazer uma estratégia organizada e aguerrida, por isso, vamos procurar impor o nosso futebol», começou por dizer Paulo Sérgio, em Alcochete.

O treinador considera que a equipa leonina «encontra-se a solidificar processos» e, desse modo, «é importante acreditar que vai somar mais três pontos» no campeonato. Curiosamente, a participação na Liga 2010/11 começou com uma derrota frente ao adversário deste sábado. «Em relação à primeira volta, já mudou muita coisa no Sporting e no Paços de Ferreira», argumentou o treinador.

Ora, se os leões estão num bom período, qual o caminho para evoluir ainda mais? «Temos de estar cada vez mais convictos do que temos vindo a fazer e somar qualidade e confiança», respondeu Paulo Sérgio, que lembrou que, se os rivais Benfica e F.C. Porto têm estado a ganhar jogos, o Sporting também o tem feito.



O clube de Alvalade acabou a primeira volta com 28 pontos. Agora, há mais 45 em disputa. Questionado sobre se estabeleceu uma meta pontual, o treinador disparou: «Nesses 45 pontos possíveis, queremos fazer 46!»

Voltando a uma conta certa, Paulo Sérgio disse que «será difícil» de chegar àquela soma, «mas só há uma maneira para atingir os 45, que começa por vencer amanhã».

«Já disse ao Salomão para não se empolgar»

Frente aos arsenalistas, Diogo Salomão foi quem abriu o marcador, depois de ter substituído Hélder Postiga ainda nos minutos iniciais. Está o jovem esquerdino preparado para ser titular mais vezes? Paulo Sérgio pede calma: «Acredito que o Diogo Salomão de hoje é muito mais competente e capaz que há cinco meses. Já lhe disse para ele não se empolgar, porque o Diogo que vai singrar no Sporting e no nosso futebol será ainda mais forte. Estou muito satisfeito com a resposta que o miúdo tem dado.»

Paulo Sérgio já o disse várias vezes, em várias situações: não é pessoa de se lamentar. Nesta sexta-feira, em Alcochete voltou a fazer o mesmo, quando questionado sobre as lesões de Yannick Djaló e Postiga, que falham a partida deste sábado, com o Paços de Ferreira.

«As baixas nunca ajudam ninguém, mas até aqui nunca chorei essas mesmas ausências», disse o técnico, que, em vez disso, pretende «passar confiança e crença naqueles que estão disponíveis».



O treinador continuou no mesmo assunto: «Sempre que os grupos têm baixas isso não ajuda. A juntar a essas, há o Matías Fernández, que não se encontra nas condições ideais para regressar. Mas tenho de confiar nos disponíveis e que esses vão resolver o nosso problema.»

Sobre o chileno, o treinador disse, antes de haver informação oficial do departamento médico, que «não se trata de uma lesão», mas que Matías Fernández, «depois de ausência prolongada apresenta alguma fadiga».

Desse modo, a consolidação do sistema de que Paulo Sérgio falou fica atrasada? «Temos um grupo que não tem muitas opções de corredor, extremos e a baixa do Yannick é menos uma opção. Quanto ao Postiga, temos o Liedson e o Saleiro, que tem treinado bastante bem e temos os chamados falsos pontas-de-lança, como o Jaime e o Matías», declarou.



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Antevisão: Porto vs Naval

Na conferência de imprensa de antevisão da recepção à Naval (16.ª jornada da Liga), o treinador André Villas-Boas fez um balanço do percurso do FC Porto nesta época e pediu a confiança e apoio dos adeptos para o futuro. O próximo desafio é já no domingo, às 18h, frente a uma equipa agressiva e motivada pela mudança no comando técnico.

Adversário agressivo
«Sem qualquer tipo de crítica ao trabalho do Fernando Mira, se encontrarmos a Naval que vimos em Guimarães será uma Naval completamente diferente. Digo isso não só pela forma agressiva como se apresentou, em termos defensivos e ofensivos, mas também pela motivação que demonstrou, tendo em conta que era uma equipa que estava condenada desde cedo. Encontrou finalmente a sua motivação e ambiciona fugir à despromoção. No ano passado, por esta altura, o Belenenses era mais do que último, mas acabou por terminar à frente do Leixões e, se não fossem alguns resultados, não era impossível que se tivesse salvo. Enquadro a Naval neste espírito, está mais do que a tempo de evitar a despromoção. Ganhou em Guimarães com dez elementos, num campo difícil, com grande empenho e uma nova motivação e organização. Foi o primeiro relance que tivemos desta nova Naval, mas é nessa equipa que quero acreditar e é sobre ela que vamos trabalhar.»

Exigência elevada
«Nós é que criámos um patamar exibicional elevado e que os adeptos, com maior ou menor legitimidade, querem cobrar. Se a ideia dos adeptos for ver resultados volumosos a acontecerem continuamente, aviso desde já que isso não vai acontecer. Todos os jogos são difíceis, os adversários estudam-nos – o que obriga a novas adaptações – e temos um calendário complicado. Se estão à espera de ópera, de 5-0 em todos os jogos, é melhor partirem para outra, não se chatearem muito. Precisamos de motivação, de quem nos defenda e apoie 90 minutos, de quem goste do espectáculo, da serie de vitórias e do que este grupo está a construir.»



Respeitar o imprevisível
«Falhámos na Taça de Liga, em que precisamos de uma série de resultados, mas ainda vamos a tempo de recuperar. A equipa está consolidada em termos de processos, mas pode chocar com fortes organizações, que a levem a ter resultados mais ou menos expressivos. Qualquer inversão de qualquer campeonato pode acontecer. O nosso momento negativo pode chegar. Tivemos uma série de bons resultados, podemos ter uma série de maus. Os nossos adversários passaram por essa série negativa no início da época e o que se passou depois foi a consolidação dos mesmos. Temos de respeitar o imprevisível e reduzir ao máximo as hipóteses de quem nos persegue.»

Calendário intenso
«O FC Porto é uma equipa habituada a ganhar, é claramente a melhor equipa portuguesa da actualidade e luta para o ser também na estatística histórica. Num ano em que nos faltou o título, temos de ver que houve um Benfica que cresceu, que ficou diferente e coerente. Não ameaçou o título nos últimos anos como o fez na época passada e como ameaça agora. Seguem-se semanas intensas para o FC Porto, olhando para o calendário. Janeiro e Fevereiro são meses muito complicados para nós. O FC Porto é uma equipa de topo, que está habituada a jogar a meio da semana, e penso que estaremos preparados. Ainda podemos ter uma palavra a dizer na Taça da Liga e nas outras competições.»

Paixão pelo clube
«Ambicionei esta posição de uma forma louca, cega. É o clube que defendo, onde cresci. Qualquer adepto de qualquer clube que esteja aqui presente sabe o que sente pelo seu emblema e eu, na posição em que estou, faço-o com o mesmo fervor. Esta é a posição máxima que ambicionei. Tive acesso a ela numa fase prematura da carreira, mas com plena consciência de que não vinha por brincadeira e de que era suficientemente competente para manter o clube na rota do sucesso.»





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